Turquia: repressão fascista fustigada pela ação armadas das massas

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Combatentes assassinados e desaparecidos pela reação turca em Dersim

Diante da crescente escalada fascista na Turquia para assegurar a velha ordem de opressão, fato que temos denunciado nas últimas edições de AND, as massas populares em luta contra a superexploração resistem de modo cada vez mais radicalizado, inclusive com ações armadas.

Neste contexto de completa crise geral do velho Estado turco e o fracasso de sua escalada fascista, um suboficial do exército turco foi aniquilado por uma exitosa ação militar em Dersim, em 29 de dezembro de 2016. O grupo armado DHKP-C (em português, abreviação de ‘Partido Revolucionário Popular de Libertação / Frente’) reivindicou a ação.

Repressão e genocídio

Como única forma de conter a luta e resistência generalizadas contra o fascismo de Erdogán e do velho Estado turco, estes últimos aplicam cada vez mais a repressão e o genocídio em níveis alarmantes contra as massas.

Ademais das prisões e do Estado policial que se vê na Turquia, o exército reacionário segue executando sua única política: o assassinato das massas em resistência.

No dia 30 de dezembro de 2016, dois combatentes do próprio DHKP-C,  Leyla Araci e Mahir Bekta?, foram assassinados por soldados do exército turco. Eles pertenciam à unidade guerrilheira rural de Dersim, onde há intensa resistência armada aos abusos e genocídios do Estado turco.

Já em 17 de janeiro de 2017, um comunicado da organização que empreende resistência armada também em Dersim, DHKC (Frente Revolucionária de Libertação Popular), denunciou o assassinato de 10 combatentes em novembro de 2016, após intenso e criminoso bombardeio pelas forças armadas turcas, seguindo a lógica de extermínio de toda a justa resistência. Seus corpos e paradeiro seguem escondidos pelo velho Estado turco.

One thought on “Turquia: repressão fascista fustigada pela ação armadas das massas

  1. Osvaldo says

    Viva os combatentes do povo! Seu sangue é nosso sangue, sua luta nossa luta! Viva o internacionalismo proletário!

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