Estudantes chilenos protestam: ‘Abaixo o Massacre Olímpico!’

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“Abaixo o massacre olímpico”, embaixada brasileira em Santiago, Chile.

Com informações do Periódico El Pueblo


Reproduzimos nota emitida pela Frente de Estudantes Revolucionária e Popular (FERP) sobre o ato realizado em frente à embaixada do velho Estado brasileiro, no centro da capital chilena Santiago.


Abaixo o Massacre Olímpico!

Nossa ação na embaixada do Brasil, onde estendemos uma faixa com a consigna de “Abaixo o massacre olímpico”, responde a um chamado internacionalista, um chamado revolucionário do povo do Brasil contra o massacre que o imperialismo está gerando com os Jogos Olímpicos no Brasil e com a passada Copa do mundo 2014. O velho Estado brasileiro desalojou 22.059 pessoas por causa desses 2 eventos que trazem massacre ao povo. Por que massacre? Porque se pode constatar como seu organismo militarizado, UPP, realiza a matança diária de pobres nas favelas em função dos desalojamentos que implicam estes eventos esfomeadores.

Hoje os gastos nos Jogos Olímpicos excedem a colossal soma de 12.7 bilhões de dólares. E enquanto condenam à misério ao povo trabalhador que com seu suor gera as riquezas que os exploradores brasileiros usurpam: os fundos públicos não se usam em melhores hospitais, nem em educação, nem em habitação, senão que nos Jogos Olímpicos e em para seus organismos militarizados para seguir massacrando o povo brasileiro!

O povo do Brasil responde a todas estas injustiças com rebelião e estalido de protestos de massas em todos os lados, com recuperçaão de terras pelos camponeses e combate ao velho Estado. É um povo cheio de vitalidade e vontade de lutar incansavelmente por derrotar seus inimigos. Nós, como povo chileno, temos algo muito em comum: somos pobres explorados pelo imperialismo, portanto, nossa luta tem características similares e disposição a lutar similares. Se pode ver a mesma luta incansavelmente nos pobres de todos os lugares do mundo, porque o imperialismo só causa destroços e massacres que incendeiam esta fogueira revolucionária.

O velho Estado do Brasil se encontra com uma feroz e decidida rebelião de seu povo e também se encontra com o apoio dos revolucionários do mundo ante o massacre olímpico. Se encontra também com nossa pequena ação de apoio internacionalista frente à embaixada dos reacionários brasileiros que justificam este massacre.

Viva a luta revolucionária do povo do Brasil!

Os pobres não têm pátria, viva o internacionalismo proletário!

5 de agosto.

Frente de Estudantes Revolucionária e Popular – FERP

RJ: protesto na abertura das olimpíadas é atacado pela PM (vídeo)

Na abertura das olimpíadas no Rio, manifestantes tomaram as ruas no entorno do Maracanã, palco do evento, para protestar contra os impactos dos jogos na cidade. Vítimas de remoções, moradores de favelas, estudantes, profissionais da educação, indígenas e vários outros setores dos movimentos sociais se reuniram na Praça Saens Peña no início da tarde e seguiram em passeata até outra praça, a Afonso Pena. Com prisões, revistas, agressões e interrupções durante o trajeto, policiais tencionaram com manifestantes desde a concentração.

Ao fim do ato, a tropa de choque atacou com bombas de gás e efeito moral e tiros de bala de borracha, deixando várias pessoas feridas e intoxicadas por conta do gás lacrimogêneo. No momento das agressões, a Praça Afonso Pena estava repleta de crianças, o que revoltou quem passava pelo local. Uma menina quase perdeu a vida, mas foi reanimada por socorristas. Segundo informações, uma manifestante foi agredida, ficou gravemente ferida e segue hospitalizada com escoriações e fraturas pelo corpo.

BH: panfletagem denuncia o massacre olímpico

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Redação de AND, com informações do Comitê de apoio ao AND – Belo Horizonte

No dia 5 de agosto, apoiadores de AND na cidade de Belo Horizonte fizeram o importante registro da panfletagem em denúncia do massacre olímpico no Rio de Janeiro.

A panfletagem, convocada pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), contou com adesão de várias organizações populares e democráticas, como a Liga Operária. Trabalhadores, donas-de-casa, estudantes e outros que passavam por ali paravam, atentos às palavras que a eles se dirigiam, refletiam e discutiam com os ativistas.

Seguem algumas imagens enviadas pelo Comitê de apoio.

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Notícias da luta pela terra

PA: liderança camponesa é executada por pistoleiros

Com informações da Comissão Pastoral da Terra (CPT)

Na manhã do dia 04/08, no perímetro rural do município de São Félix do Xingu, sudeste do estado do Pará, o camponês Ronair José de Lima, de 41 anos, presidente da Associação Terra Nossa faleceu em decorrência de um ataque praticado por pistoleiros.

Ronair sofreu uma emboscada ocorrida no interior da área conhecida como Complexo Divino Pai Eterno, sendo baleado no tórax, conseguindo ainda escapar do local e solicitar ajuda, sendo resgatado por outro camponês do acampamento e levado para um hospital no centro da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu na parte da tarde, deixando esposa e dois filhos.

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Grande manifestação toma as ruas do RJ na abertura das Olimpíadas (vídeo)

Na tarde da última sexta-feira, dia 5 de agosto, abertura dos Jogos Olímpicos, cerca de mil pessoas se reuniram na Praça Saens Peña, no bairro da Tijuca, Zona Norte da capital fluminense, para participar das manifestações contra o megaevento. Os atos, marcados para o mesmo horário e local, foram convocados pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), Frente Independente Popular (FIP-RJ) e outros movimentos populares sob a consigna  ‘Abaixo o Massacre Olímpico’ e, o outro, pelo Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas – RJ sob a consigna ‘Rio 2016: Os Jogos da Exclusão’.

AL: Área Revolucionária Renato Nathan sob ordem de despejo

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Mesa redonda de discussão e apoio aos camponeses da área Renato Nathan

Redação de AND, com informações do Comitê de apoio ao AND – Recife (PE)

Camponeses da Área Revolucionária Renato Nathan, no município de Messias (estado de Alagoas), receberam decisão judicial que determina a reintegração de posse das terras em favor da usina Utinga Leão até o dia 07 de agosto de 2016. 

A decisão determina o despejo dos camponeses que trabalham naquelas terras há mais de uma década, mesmo com o fato de o ITERAL (instituto responsável pela demarcação das terras do estado) não ter produzido provas técnicas que revelassem quais são os verdadeiros limites das terras da usina, portanto, sem comprovar ser a usina Utinga Leão dona das terras.

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Grande manifestação no Rio exclama: ‘Abaixo o massacre olímpico!’ (No to the olympic massacre!)

Protesto Massacre Olimpico - Saens Pena - 05.08.16 Foto: Ellan Lustosa

Grande Manifestação denuncia massacre olímpico. Foto: Ellan Lustosa/A Nova Democracia

Rafael Gomes Penelas e Fernando Coelho

Na tarde da última sexta-feira, dia 5 de agosto, abertura dos Jogos Olímpicos, cerca de mil pessoas se reuniram na Praça Saens Peña, no bairro da Tijuca, Zona Norte da capital fluminense, para participar das manifestações contra o megaevento. Os atos, marcados para o mesmo horário e local, foram convocados pela Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), Frente Independente Popular (FIP-RJ) e outros movimentos populares sob a consigna  ‘Abaixo o Massacre Olímpico’ e, o outro, pelo Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas – RJ sob a consigna ‘Rio 2016: Os Jogos da Exclusão’.

A manifestação, que teve como objetivo denunciar os diversos crimes cometidos contra o povo em nome do megaevento, foi precedido por uma grande colagem de cartazes na Tijuca, no Maracanã e em alguns bairros vizinhos, além de panfletagens realizadas na Central do Brasil e em Madureira, chamando a população fluminense a se rebelar.

A reportagem de AND chegou cedo à Praça  Saens Peña e acompanhou a concentração que, aos poucos, foi ganhando a adesão de estudantes, professores, trabalhadores em geral, coletivos de jornalistas independentes, organizações democráticas e populares e manifestantes estrangeiros, como um grupo de japoneses que levou uma faixa criticando a futura realização das Olimpíadas em Tóquio em 2020.

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Hamburgo/Alemanha: manifestação contra o Massacre Olímpico

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Manifestação combativa em denúncia do massacre olímpico em Hamburgo, Alemanha.


Recebemos na Redação de AND notícias de uma combativa manifestação realizada em Hamburgo, Alemanha, em solidariedade à luta do povo brasileiro e em denúncia do Massacre Olímpico. Reproduzimos a nota que nos foi enviada.


Em 5 de Agosto, dia da abertura dos jogos olímpicos no Rio de Janeiro, a Aliança contra a Agressão Imperialista convocou uma manifestação sob a consigna “Abaixo o Massacre Olímpico!” em frente ao Consulado Honorário do Brasil em Hamburgo, localizado na que cinicamente é chamada “Casa de Colombo” (“Columbus Haus”) na área de negócios mais “elegante” da cidade. No começo da atividade foi feita a leitura do panfleto traduzido da “Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo – Brasil”. Nos vários discursos foram tratados os diferentes aspectos das Olimpíadas, assim como também a situação dos presos políticos no Brasil e em outros países, como Chile e Palestina. Um bom número de jovens revolucionários participaram da manifestação e distribuíram o panfleto já mencionado. Esta manifestação constitui o início das atividades de apoio a campanha no Brasil contra as Olimpíadas no Rio de Janeiro e certamente será seguido por muitas outras atividades com o mesmo propósito.

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SP: repressão policial em manifestação contra o Massacre Olímpico

Faixa de Manifestação -  Foto- Gustavo Oliveira-Democratize

Juventude Combatente foi às ruas em São Paulo. Foto: Gustavo Oliveira/Democratize

Fernando Coelho / Comitê de apoio AND – SP

No dia da abertura do Massacre Olímpico, 05/08, manifestações ocorreram simultaneamente no Rio de Janeiro e São Paulo, conforme noticiado no blog da Redação de AND. Em São Paulo, cerca de 100 pessoas se concentraram no vão do Masp, na Avenida Paulista, para iniciar a manifestação.

Já no início do protesto, no entanto, as forças de repressão do velho Estado tentaram impedir que o ato ocorresse, fazendo abordagens e tentando obstruir a saída. Tudo isso para manter a falsa imagem de “festividade olímpica” e ocultar a insatisfação popular. Os manifestantes furaram o bloqueio, fecharam uma via da Av. Paulista, impondo a vontade popular e prosseguindo com a denúncia de que o megaevento dos monopólios não passa de um massacre olímpico contra os interesses do nosso povo e só servem à grande burguesia e ao imperialismo.

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Massacre Olímpico: protestos populares contra tocha olímpica (vídeos)

No dia 04/08 a equipe de AND esteve em Madureira, local por onde estava prevista a passagem da tocha, e registrou a insatisfação popular contra os gastos da Olimpíada dos Monopólios.

 

Protesto popular reprimido em Duque de Caxias

No dia 03/07 uma manifestação de moradores de Duque de Caxias interrompeu o trajeto de revezamento da tocha em mais uma mostra da indignação popular contra o Massacre Olímpico.

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