MS: ataque covarde do latifúndio e do velho Estado contra a luta indígena

Entes choram morte de Clodiode Aquileu Rodrigues de Souza, de 26 anos

Entes choram assassinato covarde de Clodiode Aquileu Rodrigues de Souza, de 26 anos

Com informações do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e Instituto Socioambiental (ISA)

O genocídio dos povos indígenas perpetrados por latifundiários e seus grupos paramilitares de pistoleiros, com a participação dos órgãos de repressão do velho Estado burguês-latifundiário, fez uma nova vítima fatal no estado do Mato Grosso do Sul, estado “campeão” de morte de indígenas.

Na manhã do dia 14/06, os Guarani-Kaiowá do tekohá Tey Jusu, dentro da Terra Indígena (TI) Dourados-Amambaipegua I, localizada no município de Caarapó (MS) sofreram um ataque criminoso, que contou com a participação de aproximadamente 70 pessoas, portando armas de fogo, que chegaram em cerca de 60 caminhonetes, além de motocicletas, cavalos e até um trator.

Os pistoleiros atacaram os indígenas acampados na Fazenda Yvu – incidente sobre a terra indígena mencionada acima–, efetuando disparos contra os Guarani-Kaiowá, incendiando as suas motos e utensílios domésticos.

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RJ: debate – 3 anos da Batalha da Alerj

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Dia 17 de junho, sexta-feira, às 18H, a Frente Independente Popular (FIP) organizará um debate sobre os 3 anos da Batalha da Alerj, um dos episódios que abriu um novo ciclo da luta de classes em nosso país. Foram convidadas algumas organizações, tais quais a Frente Revolucionária, Liga dos Camponeses Pobres (LCP), UNIPA e PCB (Partido Comunista Brasileiro), que hão de compor a mesa.

Recebemos o convite em nossa redação e repercutimos em nosso blog da redação a descrição do evento e o cartaz de divulgação. Estendemos também o convite aos nossos leitores e apoiadores.


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Divulgação de AND e apoio à luta camponesa em Vilhena/RO

Banquinha

Apoiadores do A Nova Democracia organizaram uma banquinha do jornal na I Mostra de Cinema, Educação e Direitos Humanos que ocorreu entre os dias 02 e 10 de junho, na Universidade Federal de Rondônia (Unir), campus de Vilhena, no cone sul do estado.

O trabalho com a banquinha somou várias tarefas: venda de edições 170 e 169 (esta, pelo preço de R$1 por não ser a mais nova), distribuição de cerca de 80 jornais de edições antigas, denúncia da repressão fascista do comandante geral da PM Ênedy Dias e do governador Confúcio Moura (PMDB) a camponeses em luta pela terra e seus apoiadores, arrecadação de contribuições para o Acampamento Jhone Santos, em Ji Paraná.

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Mais repressão da PM de Confúcio/Ênedy contra camponeses em luta pela terra


A Redação de AND recebeu, via e-mail, nota assinada pela Liga dos Camponeses Pobres de Rondônia e Amazônia Ocidental em denúncia ao fascismo abertamente instaurado pela gerência estadual de Confúcio e pelo coronel da PM Ênedy Dias. A nota foi publicada no jornal Resistência Camponesa. Reproduzimos agora e na íntegra.

Jaru, 13 de junho de 2016.

Nos dias 1 e 2 de junho, dezenas de camponeses dos Acampamentos Monte Cristo e Jaú, foram despejados pela PM de Confúcio Moura e Ênedy Dias de Araújo. Vários acampados ainda foram autuados por crime ambiental. Os acampamentos, localizados nas linhas 202 e 205, em Vale do Paraíso e Rondominas (distrito de Ji Paraná), estavam na Fazenda Trianon, invadida por 250 família desde o dia 20 de janeiro de 2016. O latifundiário Ramires Fugiatto, morador de Ji Paraná, é quem se diz o dono destas terras, de 12.210 hectares.

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Ocupação vitoriosa garante cursos técnicos na UTFPR

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Prédio da reitoria tomada pelos estudantes.

Henrique Júdice

A luta encabeçada pelos estudantes dos cursos técnicos de nível médio da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) teve, entre 08 e 10 de junho, seu capítulo mais intenso e vitorioso até aqui.

No dia 08, os estudantes, representados pelo Grêmio Estudantil Cesar Lattes (Gecel), saíram em passeata até a reitoria para apresentar suas reivindicações relacionadas à manutenção dos cursos de Eletrônica e Mecânica, que a administração da UTFPR vem tentando fechar desde 2015.

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RJ: nova combativa manifestação de estudantes e professores

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Estudantes estiveram na dianteira da manifestação pela educação. Rio de Janeiro, 8 de junho.

Ontem, quarta-feira, dia 8 de junho, um novo protesto em defesa da educação ocorreu após assembléia no Rio de Janeiro. Os professores e estudantes se concentraram na Candelária, centro da cidade, onde um grande aparato policial esperava o início da manifestação.

Antes mesmo dela começar, os PMs iniciaram abordagens, revistas de mochilas, tirar fotos de identidades de manifestantes e chegou a deter um professor, que não foi preso. As provocações baratas da polícia não intimidaram ninguém e o ato saiu pelas ruas do Centro em direção às escadarias da Assembleia Legislativa (Alerj).

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RJ: estudantes e professores em defesa da educação

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Juventude combatente e professores enfrentaram repressão com resolução e firmeza

Após uma assembleia de professores no Clube Hebraica, em Laranjeiras, Zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 2 de junho, estudantes e professores saíram em manifestação pelas ruas do bairro até o Palácio da Guanabara, sede do gerenciamento estadual, que estava cercado por grades e pela PM, além de soldados do Corpo de Bombeiros com cilindros d’água.

No fim da tarde, os manifestantes jogaram tinta na fachada do palácio em resposta aos ataques do “governo”, que, além de prejudicar os educadores em greve, reprimiu manifestações e organizou grupos como o ‘Desocupa’ para atacar escolas ocupadas. Os PMs partiram para as agressões e puxaram um jovem, que foi detido e teve que ser hospitalizado levando sete pontos no supercílio.

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Exitoso ato político à memória do patriota e democrata Adriano Benayon

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Ato contou com presença de 40 pessoas e reafirmou o caminho percorrido pelo professor Benayon

No dia 2 de junho, quinta-feira, foi exitosamente realizado o ato político convocado pelo AND à memória do grande bastião da luta antiimperialista, homem de convicções e sentimentos patrióticos e democratas, Adriano Benayon, falecido no início do mês de maio.

O ato à memória deste bastião contou com a presença de aproximadamente 40 pessoas, entre verdadeiros democratas, patriotas e revolucionários de todo o nosso país. Estiveram presentes várias organizações e entidades, tais como Liga dos Camponeses Pobres (LCP), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR), Movimento Feminino Popular (MFP), Unidade Vermelha (UV), Movimento Classista em Defesa da Saúde do Povo, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de BH e Região (Marreta), Sindicato dos Nutricionistas do Estado do Rio de Janeiro, Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio de Janeiro, Associação dos Engenheiros da Petrobrás, além de personalidades como o radialista Paulo Passarinho e, principalmente, familiares do professor Benayon. A mesa foi composta por Vanessa Ribeiro e Murilo Souza (filha e genro de Benayon, respectivamente), Rafael Gomes (comitê de Redação de AND), Fausto Arruda (diretor-geral de AND) e Paula Mairan (presidente do Sindicato dos Jornalistas RJ).

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Nota da LCP em repúdio às prisões de estudantes e professor


Nossa redação recebeu, por e-mail, a seguinte nota da Liga dos Camponeses Pobres em repúdio às prisões de quatro estudantes e um professor universitário que distribuíam panfletos notificando a situação da luta camponesa e das famílias camponesas em Ji-Paraná e Ariquemes (RO). A criminalização da luta pela terra e o fascismo segue sendo aprofundados em todo o país, particular e principalmente em Rondônia.


foto dos panfletos

Panfletos distribuídos por estudantes e professor.

 

Nota de repúdio – Mais uma ação arbitrária da PM de Confúcio/Ênedy

Jaru, 03 de junho de 2016

Na tarde do dia 24 de maio, a PM de Rondônia deu mais um espetáculo de fascismo, desta vez no centro de Ji Paraná, contra 5 estudantes e um professor que distribuíam um panfleto denunciando crimes do latifúndio e do velho Estado contra camponeses. Em questão de minutos, juntaram 5 viaturas com vários policiais, que apreenderam os materiais e levaram os jovens para a delegacia, um deles algemado. Os apoiadores da sagrada luta pela terra denunciaram a prisão absurda para a população que rapidamente se aglomerou pensando se tratar de um assalto. Eles foram interrogados durante 6 horas, sem cair nas provocações e arbitrariedades típicas da polícia, que pararam imediatamente quando advogados se apresentaram para defendê-los. Quando eles estavam saindo, policiais pararam o carro da advogada e “verificaram” que estava sem a placa dianteira, provavelmente retirada por eles mesmos, na porta da delegacia. Os apoiadores serão processados.

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