PA: Liderança camponesa é assassinada

Com informações da Comissão Pastoral da Terra

Na noite de 04/05, a camponesa Kátia Martins, de 43 anos, foi assassinada em sua residência, no Assentamento 1º de Janeiro, localizado no limite entre os municípios de Castanhal e São Domingos do Capim, na região nordeste do Pará.

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PA: Reintegrações violentas e ilegais revoltam camponeses


Recebemos em nosso correio eletrônico a denúncia da Liga dos Camponeses Pobres do Pará e Tocantins sobre as violentas e ilegais reintegrações de posses contra acampamentos, realizadas no Sul do Pará por bandos armados do latifúndio e policiais militares. Mais informações em breve.


Faixa dos Camponeses do Acampamento Osmir Venuto para as manifestações do dia 28 de abril, dia da Greve Geral.

Faixa dos Camponeses do Acampamento Osmir Venuto para as manifestações do dia 28 de abril, dia da Greve Geral.

Arrastão de reintegrações de posse ilegais e violentas no Sul do Pará revolta as massas camponesas. O povo vai se levantar!

Nos últimos dias, o massacre de camponeses em Colniza, no norte do Mato Grosso; os assassinatos de jovens nas favelas do Rio de Janeiro; os ataques contra os Guaranis Kaiowás no Mato Grosso do Sul; e o grande assalto ocorrido na tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina); sem contar os ataques da camarilha de Temer/Meirelles/deputados/juízes contra direitos do povo como a aposentadoria, tiveram destaque no noticiário do monopólio da imprensa mentiroso. Tudo isso é um retrato da verdadeira guerra civil e do caos em que o país está mergulhado. Mas a situação é muito mais grave! Por todo lado é violência e injustiça contra o povo. E os canalhas nem se preocupam mais em fazer estas violências “dentro da lei”, como fazem nos momentos em que a crise crônica deste capitalismo putrefato não está tão aguçada.

No Sul do Pará nos últimos dias, latifundiários e policiais militares, mesmo sem as famigeradas ordens de reintegração de posse que geralmente conseguem com uns trocados, realizaram um arrastão de expulsão de camponeses que lutavam por terra. Pelo menos seis foram realizadas. Todas com violência, e contra camponeses que reivindicavam terras públicas, ou que são do Iterpa ou que deveriam ser do Incra, mas que estão ilegalmente usurpadas pelos latifundiários.

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9 de Maio: 72 anos do Dia da Vitória soviética sobre o nazismo

Célebre imagem da bandeira vermelha tremulando sobre o Reichstag (parlamento) alemão

Adaptação de artigo publicado em AND nº 149, 1ª quinzena de Maio de 2015

Em 9 de Maio de 1945, a humanidade progressista celebrava a grandiosa vitória da União Soviética sobre a máquina de guerra mais reacionária que a História havia conhecido até então, o exército imperialista nazifascista do Terceiro Reich de Adolf Hitler.

Em quatro anos de heróica defesa da Pátria Internacionalista do Proletariado, 22 milhões de soviéticos (entre eles milhões de militantes do Partido Comunista da URSS) deram sua cota de sangue pela liberdade, seja nas trincheiras de combates ou nos ataques covardes e indiscriminados lançados pelas hordas nazistas contra a população civil. Sem dúvida — e isto até os historiadores burgueses reconhecem —, a batalha do povo soviético durante a ‘Grande Guerra Patriótica’, passando por Stalingrado e outros combates lendários, é o maior feito militar da história, façanha que só pôde ser alcançada por um povo amante da liberdade e que tinha como objetivo defender o primeiro Estado socialista que o mundo conheceu.

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Como o imperialismo maneja o Estado de grandes burgueses e latifundiários

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Fausto ArrudaAND nº 188, p. 3

Quando Emílio Odebrecht declarou em seu depoimento que caixa dois era coisa antiga e que o patriarca do grupo (já falecido) já praticava esta forma de corrupção nos primórdios da empresa, descaradamente, falou a mais absoluta verdade.

A intervenção do imperialismo, da grande burguesia e do latifúndio na montagem da farsa eleitoral, assim como no gerenciamento do seu Estado, data dos tempos coloniais, incrementada na fase republicana. O financiamento de campanhas, com finalidade de obter favores, extrapola a simples obtenção de obras com superfaturamento. Nos depoimentos dos delatores da Odebrecht ficou explicitado que a empresa comprou medidas provisórias, projetos de lei e até PEC’s (“Propostas de Emendas Constitucionais”) numa demonstração inequívoca de um dos expedientes (dentre outros) utilizados pelas classes dominantes no manejo legal das estruturas de seu velho Estado para perpetuar e aumentar os usufrutos do mesmo.

A lei que permitia o financiamento de candidaturas por empresas, juntamente com a atitude do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de fazer “vistas grossas” ao “caixa dois”, aprovando a maioria das prestações de conta dos candidatos, tem sido um dos principais pilares da farsa eleitoral na chamada “redemocratização”.

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Editorial – Quem semeia vento colhe tempestade

Somente os tolos e os oportunistas incorrigíveis acreditam que este apodrecido parlamento brasileiro seja palco para os trabalhadores na sua luta de classes. Deste antro reacionário não poderíamos esperar outra coisa. (…) Quando a ira das massas, com o crescente aumento dos protestos, se transformar numa força material capaz de levantar labaredas a transformar em brasas, carvão e cinzas a velha ordem, nenhum canalha escapará da maré montante da revolta popular.

Editorial, AND nº 188

As recentes votações que aprovaram profundas modificações nas leis trabalhistas, retirando direitos dos trabalhadores — as “mexidinhas” que prometem fazer no senado não são mais do que tráfico, barganhas e chantagens em suas contendas com o “governo” — receberam de pronto o protesto popular através da Greve Geral que paralisou o país com marcantes manifestações no campo, com cortes de rodovias, e nas maiores cidades com embates entre os trabalhadores e as forças de repressão do velho Estado.

A cobertura dos dois acontecimentos pelo monopólio de comunicação, mais uma vez, denotou o seu caráter de classe reacionário e mentiroso. Enquanto os protestos foram minimizados como manifestações de minorias, a votação no congresso e as reações do gerenciamento Temer tiveram o destaque de “grande vitória” e “avanço” para a “retomada” do desenvolvimento e fim da recessão. Pior para eles, já que o dia 28/04 só foi um prenúncio de uma batalha que apenas se iniciou!

Somente os tolos e os oportunistas incorrigíveis acreditam que este apodrecido parlamento brasileiro seja palco para os trabalhadores na sua luta de classes. Deste antro reacionário, expressão direta e escancarada da semifeudalidade e da semicolonialidade, não poderíamos esperar outra coisa.

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GO: Professores enfrentam brutal repressão do gerenciamento municipal Íris Rezende/PMDB

Com informações do Comitê de Apoio ao AND – Goiânia

No dia 26 de abril, professores em greve do município de Goiânia ocuparam a Secretaria Municipal de Educação (SME) para reivindicar uma negociação de 32 pontos de pautas pendentes com o gerente municipal Íris Rezende/PMDB. Segundo os professores, a decisão foi tomada a partir do momento em que reuniões com o secretário da educação Marcelo se mostraram infrutíferas, sempre com enrolação e sem avanço algum.

A ocupação exigia a retirada dos funcionários da Secretaria. Houve tentativas de negociação entre a categoria e o comando da Guarda Civil Metropolitana (GCM), no entanto, sem nenhum aviso prévio a ROMU (Rota Ostensiva Municipal), grupo operacional da GCM, cortou a cerca da Secretaria e agrediu as trabalhadoras e trabalhadores que ocupavam a SME, bem como apoiadores e até advogados que estavam no local.

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Estado laico? O que é isso?

Henrique Júdice Magalhães

De 2009 a 2011, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) teve a composição mais pia de sua história. Além de Ives Gandra Martins Filho, faziam parte dele os também catolicíssimos Milton Nobre (representante dos tribunais estaduais) e Cezar Peluso, que presidia o Supremo Tribunal Federal (STF) e, por consequência, o conselho. Morgana Richa, que representava os tribunais do trabalho, é menos afeita a hóstias, mas seu cunhado e já então governador do Paraná, Beto Richa, tinha, à época, membros importantes do Opus Dei em seu staff.

No mesmo período, se registraram algumas iniciativas para tirar crucifixos das paredes de tribunais e outros órgãos do Estado. Peluso, então, designou Gandra Filho para organizar, em nome e com verba do CNJ, um seminário intitulado “O Estado laico e a liberdade religiosa”, realizado em junho de 2011.

Entre os seis conferencistas, havia dois membros notórios do Opus Dei: Gandra Filho e o padre Rafael Stanziona de Moraes. Um terceiro, o jurista português Jorge Miranda, é, no mínimo, próximo à organização.

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RJ: ‘Liberdade para Rafael Braga!’

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Redação de AND

No último dia 20 de abril, numa sentença publicada no portal do Tribunal de “Justiça” do Rio de Janeiro), o juiz Ricardo Coronha Pinheiro condenou o jovem Rafael Braga Vieira a 11 anos e três meses de reclusão e ao pagamento de R$ 1.687

Tal fato gerou intensa revolta não só nos movimentos populares que acompanham o caso de Rafael Braga, mas em amplos setores da sociedade. O jovem Rafael, ex-catador de latinhas, pobre e negro, foi preso injustamente numa manifestação ocorrida durante as Jornadas de Junho de 2013 portando uma garrafa de Pinho Sol.

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BA: Protesto contra a violência policial

Redação de AND

Em 2 de maio, moradores de uma região conhecida como Primeira Etapa do bairro de Castelo Branco, em Salvador, capital da Bahia, realizaram uma manifestação contra o assassinato de um jovem no dia 30 de abril. Segundo denúncias dos moradores, Ruan Dias Lopes, de 19 anos, estava na porta de sua casa conversando com colegas quando policiais militares chegaram atirando.

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