GO: Estudantes visitam Áreas Revolucionárias no Norte de Minas

Comitê de Apoio ao AND – Goiânia

Entre os dias 15 e 21 de abril, estudantes da Universidade Federal de Goiás (UFG), de Goiânia, militantes do Movimento Estudantil Popular Revolucionário – MEPR, visitaram áreas revolucionárias da Liga dos Camponeses Pobres (LCP)  no Norte Minas Gerais.

Foram visitados vários assentamentos e acampamentos da região nas cidades de Varzelândia, Janaíba, Cachoeirinha, São João da Ponte e Pedras de Maria da Cruz. Os estudantes aproveitaram a visita para divulgar o Jornal A Nova Democracia e promover a campanha internacional em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e seu todopoderoso pensamento gonzalo.

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Levantamento Camponês de Naxalbari: Breve histórico da luta de libertação do povo indiano


Iniciamos a seguir uma série de publicações por ocasião do cinquentenário do Levantamento Camponês de Naxalbari, na Índia, que deu origem à guerra popular que hoje dirige o Partido Comunista da Índia (Maoísta).


Redação de AND nº 56, junho de 2009. 

http://www.anovademocracia.com.br/53/18a.jpgA Índia conquistou sua “independência política” do colonialismo inglês apenas em 1947, depois que a administração colonial ficou impossibilitada pelas massivas lutas de libertação, armadas e desarmadas, dos povos que compõem a Índia, Paquistão, Bangladesh e a Caxemira — região conflituosa ainda disputada por Paquistão e Índia.

A colonização inglesa, a princípio pela Companhia das Índias Orientais e depois através do próprio Estado britânico, se valeu da antiga divisão da sociedade em castas, no caso da maioria hindu, e da fragmentação nacional e religiosa entre hindus, muçulmanos, budistas, cristãos, sikhs, gurkhas e outros para conseguir controlar o grande território e a enorme população. Além do pessoal transferido da Inglaterra e outras colônias, os ingleses contaram com a valiosa ajuda de rajás e marajás, membros de uma antiga nobreza que controlavam territórios maiores ou menores e que mantiveram alguns privilégios em troca da submissão de seus súditos aos “sahibs” britânicos.

Os movimentos pela independência levaram a que a Coroa Britânica planejasse uma transferência relativamente pacífica do poder político aos indianos, de maneira que seus interesses imperialistas se mantivessem intocados. A “independência” acordada com o império britânico previu uma divisão instigada pelas diferenças religiosas entre um Paquistão formado por maioria muçulmana e a Índia de maioria hindu e outras minorias como sikhs, etc., por isto mesmo a linha de fronteira, demarcada por um burocrata inglês, chegava ao cúmulo de dividir cidades e até famílias. A consequência foi que logo após a assinatura da “independência” explodiu uma violência generalizada que culminou em grandes massacres entre as três principais correntes, hindus, muçulmanos e sikhs, desencadeando um processo sangrento até os dias atuais.

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RO: Greve Geral e combatividade em Porto Velho

Na cidade de Porto Velho (capital de Rondônia), no dia 28 de abril, organizações classistas e combativas como a Liga dos Camponeses Pobres (LCP), Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação (MOCLATE), Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) e outras conformaram um bloco vermelho que agitou a Revolução Agrária e a necessidade de uma Revolução de Nova Democracia para arrasar o atraso e a podridão do país.

Seguem fotos enviadas pelo Comitê de Apoio ao AND em Porto Velho.

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RJ: Centenas tomam as ruas do Centro do Rio pela liberdade de Rafael Braga

No dia 4 de abril, centenas de pessoas tomaram as ruas do Centro do Rio em um protesto pela liberdade de Rafael Braga, o primeiro preso das manifestações de junho de 2013 a ser condenado pelo Estado fascista. Rafael foi preso pela PM no dia 20 de junho e acusado de porte de material explosivo. Com ele foram apreendidas duas garrafas plásticas lacradas de desinfetante, material que segundo peritos, não é inflamável.

Em liberdade condicional e trabalhando em um escritório de advocacia, Rafael foi novamente preso por PMs da UPP da Vila Cruzeiro e forjado com uma pequena quantidade de drogas. A agonia de Rafael, jovem pobre, negro e morador de favela, foi aprofundada pelo juiz Ricardo Coronha Pinheiro, que no dia 20 de abril o condenou a 11 anos de prisão e ao pagamento de uma multa de 1.687 reais.

Advogados do Instituto dos Defensores dos Direitos Humanos, o IDDH, disseram que vão recorrer da sentença.

O estado de exceção de ontem é o estado de exceção de hoje

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Reproduzimos a seguir o editorial da edição nº 74 da revista ‘Juízes para a Democracia’, enviado à Redação de AND pela Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade democrática que reúne magistrados comprometidos com a defesa dos direitos do povo.


O estado de exceção de ontem é o estado de exceção de hoje

Promulgada a Constituição em 1988, sobreveio um clima de notável otimismo em relação ao processo democrático brasileiro. Afinal, o país passou a ser regido por um documento constitucional, que, apesar de não ser obra perfeita, limitou o poder de punir do Estado, impondo-lhe liberdade públicas; ao mesmo tempo, determinou uma participação ativa desse mesmo Estado para, por governantes eleitos pelo povo, efetivar os então novos direitos sociais positivados.

A restrição às liberdades públicas bem como as restrições aos direitos deveriam ser casos excepcionais. Seriam exceção.

O passar do tempo, porém, mostrou a não confirmação do otimismo inicial. O aprisionamento em massa da população pobre; o descumprimento do dever estatal de efetivar direitos sociais; a implementação de leis que caminham no sentido contrário às liberdades públicas e aos direitos sociais e o desrespeito aos resultados eleitorais (o impeachment a pretexto de “pedaladas fiscais”) evidenciaram que o que deveria ser exceção tornou-se regra.

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RJ: Estudantes vão às ruas contra o corte do passe livre

No último dia 8 de maio, centenas de estudantes prejudicados pelo corte do Passe-livre estudantil.(RioCard) se reuniram na Candelária e marcharam pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro. A medida do gerente estadual Pezão afetará mais de 27 mil estudantes.

 

PA: Camponeses bloqueiam rodovia

 

 

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Redação de AND

Na manhã de 04/05, cerca de 160 famílias organizadas pela Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Pará e Tocantins, bloquearam a BR-155, entre os municípios de Xinguara e Eldorado dos Carajás, no estado do Pará.

Os camponeses, que ocupam há quatro anos terras da fazenda Surubim, reivindicavam a posse destas terras tomadas do latifúndio.

Guerra a destruição dos direitos trabalhistas e previdenciários (Liga Operária)

Bloco da Liga Operária. Belo Horizonte, 28 de abril.

Bloco da Liga Operária. Belo Horizonte, 28 de abril.


Publicamos a seguir, na íntegra, a matéria escrita pela Liga Operária sobre os ataques contra os direitos trabalhistas e previdenciários ampliados pelo gerenciamento Temer/PMDB através das draconianas contrarreformas.

Uma versão resumida da presente matéria pode ser lida na edição nº 188 de AND.


Guerra a destruição dos direitos trabalhistas e previdenciários

Liga Operária

É de total revolta o sentimento dos trabalhadores contra a aprovação da espúria lei de terceirização total e as açodadas votações das contrarreformas trabalhista e previdenciária pelo corrupto e podre congresso nacional, orquestrado pelo imoral governo Temer e a mando dos grandes grupos econômicos venais nacionais e estrangeiros. Engrossar a luta de resistência contra as medidas antipovo e vende-pátria em aprovação no congresso, com o incremento do protesto através da Greve Geral (o dia 28 mostrou seu enorme potencial) e ondas de tomadas de terras dos latifúndios: este é o único caminho para o povo. Isto é, avançar com as lutas classistas e combativas, rompendo com as ilusões eleitorais, com a conciliação de classes, com esses partidos eleitoreiros e políticos que não passam de marionetes e instrumentos dos interesses imperialistas, de grandes grupos econômicos e latifundiários interessados em espoliar totalmente os trabalhadores brasileiros e o país.

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GO: Greve Geral é atacada pelas forças policiais

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Estudantes carregam faixa aderindo à campanha internacional pela defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e o todopensamento gonzalo.

Comitê de Apoio ao AND – Goiânia

No dia 28 de abril, em Goiânia, concentraram-se mais de 30 mil manifestantes na região central da cidade, contrários às contrarreformas da Previdência e Trabalhista, levadas a cabo a mando do gerenciamento Temer.

O ato teve início às oito horas da manhã em frente da Secretaria Municipal de Educação (SME) de Goiânia com uma assembleia deliberativa que discutiria a greve da rede pública municipal de educação. A assembleia aconteceu em frente a SME, como símbolo de luta e resistência, já que no dia 26 de abril, a mesma fora ocupada por professores e funcionários administrativos a procura de uma negociação com o prefeito (conforme denunciado em publicação denominada GO: Professores enfrentam brutal repressão do gerenciamento municipal Íris Rezende/PMDB).

Após a assembleia dos educadores, os mesmos marcharam para o Centro da cidade até a Praça do Bandeirante, onde se encontraram com bancários, motoristas de ônibus, profissionais da saúde, servidores públicos, estudantes, trabalhadores rurais e outros que participavam da greve nacional contra as medidas antipovo do gerenciamento de turno do velho Estado brasileiro de grandes burgueses e latifundiários. O ato das centrais sindicais se iniciou na Assembleia Legislativa e, logo em seguida, no fim da manhã, seguiu para a Praça do Bandeirante.

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RJ: Audiência comunitária em Acari revela massacre promovido pelo velho Estado

No último dia 7 de maio, o Coletivo Fala Akari realizou uma Audiência Comunitária pela Vida na quadra da escola de samba Favo de Acari. O evento contou com a participação de dezenas de moradores, ativistas e representantes de inúmeros movimentos e organizações de dentro e de fora da Favela de Acari.

Números apresentados pelo Coletivo Fala Akari evidenciaram um verdadeiro massacre promovido pelo velho Estado, em especial, pelo 41º batalhão da PM, que somente nos quatro primeiros meses desse ano, assassinou 36 pessoas em sua jurisdição, entre elas, a menina Maria Eduarda, de 13 anos, morta dentro da Escola Municipal Jornalista Daniel Piza. 

Segue abaixo imagens da Audiência Comunitária e o vídeo desse evento :

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