MG: Camponeses somam-se à Campanha em defesa do Presidente Gonzalo

 


Reproduzimos a seguir a nota da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Norte de Minas e Sul da Bahia e do Movimento Feminino Popular (MFP), publicado no site do Jornal Resistência Camponesa, acerca da campanha em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo e seu todo poderoso pensamento gonzalo que foi desenvolvida nas Áreas Revolucionárias.


Camponeses se mobilizam em defesa da grandiosa obra revolucionária do Presidente Gonzalo. Norte de Minas,março de 2017

Camponeses se mobilizam em defesa da grandiosa obra revolucionária do Presidente Gonzalo. Norte de Minas, março de 2017

 

A Liga dos Camponeses Pobres do Norte de Minas e Sul da Bahia e o Movimento Feminino Popular tem desenvolvido atividades como parte da campanha internacional:

No encontro do núcleo do MFP – Sandra Lima de Manga, em 12 de março, foi realizada exposição sobre a guerra popular no Peru, a chefatura do Presidente Gonzalo e sua prisão, sendo aprovado pelas companheiras a incorporação na campanha. ler mais…

“Liberdade para Rafael Braga!”

Redação de AND

C-HTK-iWsAAHQdENa última quinta-feira, dia 20 de abril, numa sentença publicada no portal do Tribunal de “Justiça” do Rio de Janeiro), o juiz Ricardo Coronha Pinheiro condenou o jovem Rafael Braga Vieira a 11 anos e três meses de reclusão e ao pagamento de R$ 1.687

Tal fato gerou intensa revolta não só nos movimentos populares que acompanham o caso de Rafael Braga, mas em amplos setores da sociedade. O jovem Rafael, ex-catador de latinhas, pobre e negro, foi preso numa manifestação ocorrida durante as Jornadas de Junho de 2013 portando uma garrafa de Pinho Sol. Ele foi “condenado 6 meses depois, após sofrer acusação pelo Ministério Público Estadual por portar material explosivo em garrafas de desinfetante e água sanitária, para a confecção de coquetel molotov, que foi forjado pela polícia com um pedaço de pano no bico do artefato, e que logo foi provado pelos peritos que não representava ameaça de incêndio, por se tratar de material de limpeza em garrafas plásticas. E pior, estas provas foram destruídas” (Ver Libertem Rafael Braga!, AND nº 167, abril de 2016).

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Polícia mata, rouba e tortura durante o feriado no Complexo do Alemão

Na última sexta, dia 21 de abril, policiais da UPP do Complexo do Alemão fizeram mais uma operação para a instalação de uma base na localidade conhecida como Praça do Samba. Nas últimas semanas, as casas no local estão sendo invadidas por PMs, moradores são expulsos e suas moradias transformadas em bases improvisadas. Os imóveis que não foram invadidos, encontram-se em estado deplorável, marcados por dezenas de buracos de bala, resultado dos confrontos diários.

Na operação da última sexta, ao menos três pessoas foram assassinadas por PMs, entre elas, o jovem Gustavo Silva, de 17 anos, que abria a padaria onde trabalha, às 6h da manhã; e o soldado do exército, Bruno de Souza, de 24 anos que estava de folga em casa com sua família.

Além das mortes, moradores tiveram suas casas invadidas e reviradas e pertences como, roupas, sapatos e eletrodomésticos foram roubados por policiais. Os agentes de repressão do velho Estado ainda destruíram objetos e urinaram nas camas dos moradores.

No sábado, o Coletivo Papo Reto, que denuncia a ação da polícia no Complexo do Alemão, fez uma agitação na Rua Joaquim de Queiroz em repúdio à ação criminosa da polícia. Policiais estiveram no local para fotografar e intimidar as pessoas que participavam do ato. A massa não se intimidou e expulsou os PMs do local.

Na segunda-feira, dia 24, às 14h, na Defensoria Pública do Rio, será realizada uma audiência pública para denunciar os casos de violações cometidas pela polícia contra moradores.

Um comitê para gerir os negócios da burguesia


Reproduzimos a seguir o artigo “Um comitê para gerir os negócios da burguesia”, escrito por Márcio Sotelo Felippe*, originalmente publicado por Justificando em 15-04-2017.

Um comitê para gerir os negócios da burguesia”. É assim que Marx, no Manifesto Comunista, se refere ao Estado. A frase de Marx, um tanto quanto retórica, expressa uma condição estrutural sempre oculta pela ideologia que faz ver a aparência como essência. A lista Fachin é um raro momento em que as sombras se dissolvem. Um raro momento em que se vê as entranhas do capitalismo. Raro demais para ser desperdiçado em análises que se esgotem na moralidade dos indivíduos ou em críticas ao sistema eleitoral e reivindicações por sua reforma, ainda que isto tudo seja pertinente. 

A Odebrecht conseguiu livrar-se de 8 bilhões de impostos graças a algumas encomendas de Medidas Provisórias. Em meio a denúncias que atingem todo o sistema político, o detalhe escabroso é pinçado em sua crueza para chocar e atingir o partido que a mídia adora odiar. Mas nisto onde termina o “Departamento de Operações Estruturadas” da Odebrecht (e outros departamentos congêneres das grandes empresas) e onde começa o Estado?

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MT: Massacre deixa ao menos 10 camponeses mortos

Com informações da Comissão Pastoral da Terra (CPT)

Na semana em que se completou 21 anos do Massacre de Eldorados dos Carajás (PA) pelas forças policiais do velho Estado, ocorre mais um massacre de camponeses no campo brasileiro.

No dia 20/04, em Colniza, no noroeste do Mato Grosso, a 1.065 quilômetros de Cuiabá, ao menos dez camponeses foram barbaramente assassinados por pistoleiros a serviço de latifundiários locais.

No ataque, os pistoleiros fortemente armados e encapuzados, invadiram o assentamento e efetuaram disparos de arma de fogo contra os camponeses.

O número de mortos e feridos ainda é desconhecido, mas segundo informações preliminares da CPT, seriam ao menos dez mortos, incluindo crianças e idosos.

O crime ocorreu na Gleba Taquaruçu do Norte, no distrito de Guariba, no perímetro rural do município de Colniza.

A região tem um histórico de conflitos agrários, registrando outros episódios de ataques, que culminaram com o assassinato de camponeses.

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Trabalhadores vão às ruas em Barueri, SP

barueri

Trabalhadores protestam contra medidas antipovo de prefeito Furlan, na Prefeitura de Barueri

Wesley Penariol, apoiador de Barueri/SP

A cidade de Barueri, na região metropolitana de SP, vive um momento de constantes manifestações dos trabalhadores. Dois motivos principais impulsionam essas manifestações: a perseguição arbitrária à vendedores ambulantes da cidade; e, a demissão de 1.380 funcionários do Hospital Municipal de Barueri (HMB).

No início de abril, vendedores ambulantes da cidade, com o apoio de moradores e da juventude, realizaram manifestações em repúdio às perseguições arbitrárias da fiscalização, em conjunto com a Guarda Civil Municipal (GCM), contra os trabalhadores ambulantes. Os protestos tiveram concentração em frente à estação de trem, e seguiram para o prédio da Prefeitura de Barueri. Os manifestantes carregavam cartazes com mensagens como “Ambulante também é trabalhador”, “Não somos ladrões, queremos trabalhar”, “A juventude apoia os ambulantes”, e entoavam gritos combativos cobrando do prefeito Furlan (PSDB) a regulamentação da situação dos vendedores ambulantes.

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Crimes do latifúndio e de policiais contra camponeses em Mirante da Serra


Reproduzimos denúncia da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) de Rondônia e Amazônia Ocidental sobre mais crimes cometidos pelo velho Estado burguês-latifundiário e os grupos armados do latifúndio, desta vez em Mirante da Serra (RO). Mais informações na próxima edição de AND.


Camponeses do acampamento Fidel Castro 2 denunciam crimes de pistoleiros e policiais a serviço do latifúndio, no município de Mirante da Serra, região central de Rondônia. Cerca de 150 famílias lutam pelas terras da fazenda Boitenta, conhecida como a antiga fazenda do Dr. Dirceu, localizada no final da linha 76 da 81. Segundo os camponeses conseguiram apurar, trata-se de uma reconcentração ilegal de terras publicas federais do Projeto Fundiário Jaru – Ouro Preto. A mesma situação de 80% das terras rurais de Rondônia – terras públicas griladas por latifundiários.

Em meados de 2016, o juiz Barretto, da 2ª Vara Cível de Ouro Preto D’Oeste, expediu uma liminar de reintegração de posse contra os camponeses. A PM de Ji Paraná designou a data de 7 de dezembro do mesmo ano para executarem a reintegração de posse, que ocorreu com a participação de policiais do GOE – Grupamento de Operações Especiais. Os camponeses conseguiram gravar vários vídeos provando suas denúncias. Segundo os camponeses o chefe da pistolagem a serviço do latifúndio Boitenta, Geraldo Rodrigues Filho, é um policial da ativa, do município vizinho de Ji Paraná, atuando com a conivência de policiais do GOE. É a mesma situação que camponeses do Vale do Jamari já denunciaram inúmeras vezes.

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228 anos da heroica Conjuração Mineira

Pintura, Prisão de Tiradentes, por Antônio Diogo da Silva Parreiras

Pintura “Prisão de Tiradentes”, por Antônio Diogo da Silva Parreiras

Adaptado de matéria publicada em AND nº 168 (2016)

 

Neste 21 de abril completaram-se 227 anos da heroica Conjuração Mineira de 1789. O movimento de caráter popular-revolucionário com o propósito de libertar o Brasil do jugo colonial teve como líder inconteste Joaquim José da Silva Xavier, o alferes Tiradentes.

A Conjuração Mineira foi uma das primeiras elaborações autênticas do pensamento e da ação do povo brasileiro, o que fica expresso em seu Programa de Governo, elaborado pelos conjurados, que propunha: a independência nacional; liberdade para o povo se instruir e divulgar suas ideias, produzir e comercializar segundo suas necessidades; o estabelecimento de uma República Federativa; o fim da opressão e a passagem às mãos do Estado dos postos de mando da economia nacional; o desenvolvimento do progresso e da cultura; a industrialização do país; o direito da população se armar e defender seu país, além de garantias econômicas e sociais.

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Brexit: Tensão paira sobre os céus imperialistas

Jailson de Souza, AND nº 187, p. 20

Em 29 de março, representantes do Reino Unido apresentaram ao parlamento da União Europeia o pedido oficial de saída – o Brexit – e iniciou-se o processo de negociações dos termos do rompimento, que só se efetivará concretamente daqui a dois anos.

Logo na ocasião da apresentação, o plenário se converteu num antro de acusações e baixaria que representam, em palavras, a encarniçada pugna política e econômica entre as potências imperialistas da região.

O representante do imperialismo inglês no parlamento europeu, Nigel Farage, foi à ofensiva nas declarações, buscando pressionar para conseguir melhores posições para negociar a saída do bloco. “Estão agindo [a UE] como a máfia. Acham que somos reféns, mas não somos. Somos livres para ir embora”, disse ante os “eurodeputados” que debatiam em Estrasburgo (noroeste da França) as contrapartidas para o rompimento.

O italiano Antonio Tajani, presidente do dito parlamento, aos berros de protesto dos presentes, declarou ser “inaceitável” a afirmação de Farage.

Implicações na ‘geopolítica’

O Brexit é o rompimento do Reino Unido com o projeto da União Europeia, que está sob direção política da Alemanha (hegemonia financeira por meio dos bancos) e, portanto, servindo aos seus interesses por ampliar sua influência e disputar a hegemonia mundial com o imperialismo ianque.

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AND em inglês e espanhol!

A Redação do Jornal A Nova Democracia informa que as principais matérias de cada edição estarão oficialmente traduzidas nas línguas inglês e espanhol e disponíveis no site de AND (anovademocracia.com.br). Para acessá-las, basta clicar no respectivo atalho que está agora localizado no cabeçalho do site.

Com isso, esperamos servir mais e melhor na nossa irredutível tarefa de fornecer a análise científica da situação no Brasil e no mundo, com a ótica democrático-revolucionária, aos nossos leitores no estrangeiro.

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