Síria: Ianques são cercados e golpeados

Redação de AND

Combatentes do Estado Islâmico atacaram uma base militar utilizada pelo USA no sul da Síria, no início de abril. A coalizão imperialista liderada pelos ianques foi cercada e só puderam forçar a retirada da Resistência nacional depois de vários ataques aéreos.

O ataque iniciou-se com detonação de carro-bomba na base dos invasores ianques de al-Tanf, na fronteira com a Jordânia, por onde os ianques têm penetrado na Síria. A base é utilizada também para adestrar os lacaios “rebeldes” sírios. Fontes militares ianques ocultam a quantidade de soldados aniquilados na ofensiva.

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SP: Pichação em celebração aos 50 anos do Levante de Naxalbari

Recebemos por correio eletrônico em nossa Redação a foto de uma pichação internacionalista feita num muro da cidade de Campinas (SP) assinada pela Frente Revolucionária em celebração aos 50 anos do Levante de Naxalbari e em apoio ao Partido Comunista da Índia (Maoísta), organização que dirige a Guerra Popular no país (ver Um Trovão de Primavera na Índia, AND nº 188, Maio de 2017).

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RJ: Mais de 130 exemplares do AND vendido nos trens

Hoje, 31 de maio, membros da Redação e apoiadores do jornal A Nova Democracia no Rio de Janeiro realizaram uma exitosa brigada de venda da nova edição (nº 189) nos ramais dos trens da Central do Brasil. Mais de 130 exemplares do AND foram vendidos para os trabalhadores e trabalhadoras que utilizam os trens no subúrbio da cidade e nos municípios da Baixada Fluminense. Mais uma ótima atividade de divulgação da imprensa popular e democrática!

AL: Camponeses em luta contra as “reformas” reacionárias de Temer

Com informações do jornal Resistência Camponesa

No dia 24 de maio, somando-se às lutas nacionais contra a “reforma” da Previdência e contra gerencia Temer e sua quadrilha, camponeses da Área Revolucionária Renato Nathan e de Canoé fecharam a BR-101, próximo ao acesso da BR-104, em Messias, Alagoas.

Com bandeiras vermelhas da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e muitas palavras de ordem, as massas combativas, na manhã deste dia, congestionaram cerca de 7 km, e, como era de se esperar, em decorrência da situação de crise e o clima de luta popular que se eleva, os trabalhadores que ficaram parados no bloqueio demonstravam seu apoio e expressavam sua indignação contra a gerência de turno e toda a quadrilha do Congresso. Os camponeses se somam nas lutas populares pela Greve Geral, por pão, terra, justiça e uma Nova Democracia.

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Homenagem nacional a Alípio de Freitas

Recebemos em nossa redação, da Associação José Afonso, de Portugal, o convite para a homenagem ao companheiro Alípio de Freitas que ocorrerá em Lisboa, Portugal. 

Alípio é membro ativo do conselho editorial de AND, histórico dirigente das Ligas Camponesas no Brasil nos anos de 1960 e destacado militante internacionalista da causa da luta dos povos.

Nota em apoio aos camponeses de Pau D’arco


Publicamos a seguir uma nota enviada pela Comissão Organizadora do 37º ENEPe repudiando o massacre de camponeses em Pau D’Arco, no estado de Pará, pela polícia a mando do latifúndio.


Nota conjunta: Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia – ExNEPe, Executiva Paraense de Estudantes de Pedagogia – EXEPEPe e Comissão Organizadora do 37º ENEPe

Condenamos o massacre de 11 camponeses no Pará!

Nesta quarta-feira, 24, com a falsa alegação de que foram recebidos a tiros, a Polícia Militar do Estado do Pará, sob comando do governador Simão Jatene (PSDB), realizou uma verdadeira chacina contra camponeses pobres em luta pela terra em Pau D’arco/PA.

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As pedaladas do bandido Temer

Fausto Arruda, AND nº 189

Chega aos píncaros o descaramento e desfaçatez de Temer no pronunciamento em resposta às denúncias dos donos da JBS. Ele inicia dizendo que naquele instante seu gerenciamento vive o melhor e o pior momento, e passa a enumerar vantagens e números para indicar a recuperação da economia.

Temer vive em outra realidade, a realidade de suas pedaladas. Daí que vem com essa lorota de que o Brasil começou a se recuperar da profunda crise que atravessa. A crise que é de decomposição do capitalismo burocrático do país, em meio à mais profunda crise geral do imperialismo à escala mundial, e que muito ao contrário do que este lacaio apregoa juntamente com seu comparsa Henrique Meirelles, só aprofunda a miséria, o desemprego, a desindustrialização, a desnacionalização, a pilhagem dos recursos minerais e a extenuação de nossa força de trabalho. Mais ainda, sobre os balanços dos bancos, o jornal “Valor Econômico” divulgou que o “lucro combinado de Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander atingirá R$ 14,9 bilhões nos primeiros três meses deste ano, alta de 21% em relação ao mesmo período de 2016, de acordo com a projeção média de analistas”.

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Editorial – Canalhas: vocês ainda não viram nada

De uma coisa eles podem ficar certos: diante de tudo isso, a paciência do povo está chegando ao fim. É tanto abuso e tanto descaramento, safadeza, desfaçatez, canalhice etc., que cairá do cavalo todo aquele que pensar e agir segundo a premissa de que o povo tem sangue de barata e assistirá impassível com apenas apelos pacíficos a essa bandalheira toda. Os ensaios já vistos sinalizam o levantar de labaredas.

Editorial AND nº 189

Ninguém do cardinalato do capitalismo burocrático brasileiro trabalha com a hipótese de permanência do quadrilheiro Temer no gerenciamento do velho Estado que, para eles, se resume ao mercado, valhacouto de escroques da bolsa, de banqueiros e de especuladores de fundos abutres.

Subjugados aos ditames imperialistas até os fios dos cabelos, por instituições como FMI, Banco Mundial, OMC, ONU e outras, seguem religiosa e subservientemente as orientações de economistas amestrados em universidades ianques, passando por cima de tudo com a conversa de salvar o país da crise.

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Os vendilhões dos templos – Os três poderes


Publicamos carta da leitora Jailda Galvão Aires, enviada a nós por correio eletrônico.


Sinto-me na pele de todos os patriotas honestos e trabalhadores que há século constroem este País, acordando ao raiar do sol, tomando ônibus, trens, carroças de boi ou a pés pelas estradas empoeiradas envelhecendo precocemente ao calor do sol escaldante…

Nós que deixamos nossos filhos em creches ou pagamos a algum vizinho para olhá-los; ou sem o menor recurso, somos forçados a deixá-los entregues às ruas – aprendizes de bandidos e traficantes…

Nós que, com pás e enxadas trabalhamos sob o sol a pino muitas vezes sem vínculos empregatícios e sem nenhumas garantias, verdadeiros “boias -frias” comendo farinha, feijão, arroz e tripa de porco assada para camuflar a fome.

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