Odiosa agressão ianque no Iêmen

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Novo governo ianque sob chefia de Trump agride o Iêmen e resistência nacional revida. Na foto, momento do bombardeio ianque, 29/1  (Your News Wire).

AND nº 184, p.23 – extrato de “Novo governo ianque aumenta agressão aos povos”, Jailson de Souza

A nação iemenita foi a primeira vítima deste novo governo chefiado pelo bandido Trump. O exército ianque atacou, neste 29 de janeiro, o município de Yakla, no centro do Iêmen, utilizando-se de bombardeios lançados covardemente por drones e helicópteros de guerra Apache, sob o falso e ensanguentado manto de “guerra ao terrorismo”.

A informação veiculada na imprensa dá conta de 14 pessoas assassinadas por este covarde ataque ianque. As vítimas foram prontamente acusadas de serem “suspeitos de vinculação à Al-Qaeda”. Os alvos dos bombardeios incluíam uma escola e uma mesquita (casa religiosa do islamismo).

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De armas em punho, nação iemenita luta por expulsar o invasor. Crédito/foto: The Blaze.

No entanto, as massas agredidas vêm revidando a agressão imperialista. Nesta operação os ianques sofreram baixas humanas e materiais. Um dos seus soldados acabou aniquilado no combate, além de outros 4 feridos. Uma aeronave militar ianque teve que realizar pouso forçado por danos, e testemunhas afirmam que um helicóptero Apache foi derrubado. Ambos acontecimentos são resultados dos combates com a resistência nacional.

Combatentes da resistência nacional brigam por expulsar o invasor.

Combatentes da resistência nacional brigam por expulsar o invasor.

Em nota de imprensa emitida pela Al-Qaeda na Península Arábica (AQPA), há a denúncia de que foram, na realidade, 30 o número de vítimas fatais desse criminoso ataque ianque e que nenhuma delas pertencia às fileiras desta organização.

Este ataque vem demonstrar que contra o imperialismo não há leis ou direitos humanos que valham, pois estes podem, impunemente, converter eventuais “suspeitos” em alvos certeiros de seus bombardeios indiscriminados e contra a população civil de um país saqueado. Estas são as “particularidades políticas do imperialismo”: a violência e a reação, como afirmou Lenin.

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