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“Em plena Segunda Guerra Mundial, o poderoso Exército Vermelho – enquanto enfrentava as hordas nazi-fascistas – não descurava da educação e cultura de seus soldados e oficiais. Do outro lado das linhas de combate, Hitler apregoava que “Se os nossos soldados compreendessem por que estão lutando, seria impossível levar adiante a nossa guerra.”

No Exército Vermelho, no entanto, o estudo era obrigatório para todos: intenso, sistemático e eficientemente organizado durante os anos de serviço, ele fazia com que os soldados soubessem porque combatiam, e realizassem suas tarefas com mais vigor. Dessa grande escola em que se transformou a frente de combate soviética, surgiram vários escritores de muito prestígio, que traçavam em grandes caracteres as cenas mais importantes da guerra de libertação dos povos soviéticos no momento mesmo que carregavam um fuzil durante as batalhas.”

Confira o artigo publicado no jornal A Nova Democracia nº 10, junho de 2003:
http://www.anovademocracia.com.br/no-10/1116-o-pais-das-bibliotecas