Companheira Dirma, presente na luta!

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Fausto Arruda (Diretor Geral de AND), Mário Lúcio (Editor) e Comitê de Redação de AND

Recebemos com grande pesar a notícia do falecimento da Companheira Dirma, também conhecida como companheira Cristina, fiel apoiadora do AND. Combativa, uma brigadista exemplar.

Profissional de enfermagem, simples, era moradora do município de São Gonçalo e sem queixas, sem atrasos, era presença constante em nossa redação em São Januário, no município do Rio de Janeiro.

Preocupada com a vida e a luta dos povos, sempre disponível para apoiar as atividades do movimento popular, sempre animada com a rebelião das massas, sempre atenta durante as reuniões.

Dela guardamos o semblante sério e concentrado, o sorriso fácil e as suas palavras de ânimo em nossos debates.

Ela enfrentou o velho Estado com sua fúria revolucionária de mulher proletária.

Ela enfrentou o câncer com serenidade e sem queixas. Mesmo durante seu tratamento, não abdicou de suas tarefas de propagandista. Sempre que sua saúde permitiu, recebeu sua cota de jornais e participou de brigadas do AND comemorando a aceitação do jornal pelas massas.

Uma companheira valorosa!

Recordamos e exaltamos a companheira Dirma convidando os companheiros para que se apoiem em seu exemplo.

Dedicamos a memória da companheira este poema do teatrólogo revolucionário alemão Bertolt Brecht, que traduz muito do que ela significou e significa para nós:

Camarada Wlassowa

Esta é a nossa camarada Wlassowa, boa lutadora,
dedicada, astuta e firme.
Firme na luta, astuta contra nossos inimigos e dedicada
na agitação. Seu trabalho é miúdo,
tenaz e imprescindível.

Onde quer que lute não está só.
Como ela lutam tenazes, firmes e astutas
em Twer, Glasgow, Lyon e Chicago,
Changai e Calcutá.
Todas as Wlassowas, de todo o mundo, boas formigas,
soldados invisíveis da revolução.
Imprescindíveis.

 

 

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