PR: Celebração do 8 de Março em São José dos Pinhais

Ativistas revolucionárias exibem cartaz em defesa da vida e saúde do Presidente Gonzalo

No dia 11 de março, o Movimento Feminino Popular (MFP) celebrou o Dia Internacional da Mulher Proletária (8 de Março) em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba. A atividade realizada no Sinsep (Sindicato dos Servidores Públicos) contou com a participação de cerca de 30 ativistas revolucionárias que prestaram calorosas e vermelhas homenagens a dirigente revolucionária Sandra Lima, fundadora do MFP falecida no ano passado.

A Frente Revolucionária em Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP) enviou uma carta de saudação à realização da celebração. A carta foi lida pelos presentes e chamava atenção para a situação revolucionária que se desenvolve no país e as brilhantes perspectivas que se abrem para os revolucionários em todo mundo, e especialmente no Brasil.

Na carta denunciou-se a arbitrária condenação a prisão perpétua do Dr. GN Saibaba pelo fascista Estado indiano e a farsa do “novo julgamento” que está em curso no Peru contra o Dr. Abimael Guzmán, o Presidente Gonzalo, chefatura do Partido Comunista do Peru e da Revolução Peruana, preso e isolado desde 1992 e que sofre graves problemas de saúde.

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LCP e MFP somam-se à defesa do Presidente Gonzalo e Dr. Saibaba, no Norte de Minas

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Dirigente camponesa faz exposição sobre a vida e obra do grande chefe comunista e chefatura do PCP Abimael Guzmán, o Presidente Gonzalo. Manga, Norte de Minas Gerais, durante encontro do Movimento Feminino Popular (março de 2017).

 

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Camponeses organizados pela Liga dos Camponeses Pobres exigem a libertação imediata do professor GN Saibaba, condenado criminosamente à prisão perpétua pela reação indiana. Manga, Norte de Minas Gerais, durante encontro do Movimento Feminino Popular (março de 2017).

MG: Vigoroso encontro do MFP celebra o Dia Internacional da Mulher Proletária

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Nota do MFP – Movimento Feminino Popular (Núcleo Sandra Lima) sobre vigoroso encontro realizado em Manga, no Norte de Minas Gerais.


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Ocorreu no último dia 12/03, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher Proletária, um vigoroso encontro do Movimento Feminino Popular (MFP) – núcleo Sandra Lima – na cidade de Manga, Norte de Minas Gerais. As atividades foram realizadas em memória e honra da grande dirigente e fundadora do MFP Sandra Lima, falecida em julho do ano passado e da companheira Elzita Rodrigues, fundadora do MFP e da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) na região, falecida em 2011. O Encontro foi precedido de reuniões preparatórias, ressaltando a importância de conhecer a verdadeira história do 8 de Março, quando celebramos o centenário desta data memorável do proletariado internacional como parte da Grande Revolução Bolchevique de 1917. Muitas companheiras ficaram impressionadas com a falsificação histórica desta data promovida pelo imperialismo e redobraram sua decisão em levar a todas as mulheres do povo a verdade sobre este importante episódio, que é parte da história de luta da nossa classe.

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PE: Celebração do 8 de Março homenageia Companheira Sandra Lima

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O Dia Internacional da Mulher Proletária foi celebrado no Recife em uma ocupação urbana chamada Nova Morada. Compareceram no evento cerca de 30 pessoas, na maioria mulheres, que realizaram uma vigorosa atividade afirmando que O Brasil precisa de uma Grande Revolução.

Marcaram presença no evento Anacleto, filho de Alexina Crespo – destacada dirigente das Ligas Camponesas nos anos 50 até meados da década de 60 – e de Francisco Julião, fundador das Ligas Camponesas.

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SP: Movimento Feminino Popular realiza debate em Guarulhos

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Jovens estudam e debatem a linha do Movimento Feminino Popular. 10 de março, Guarulhos, SP

Comitê de Apoio ao AND – Guarulhos/SP

Em 10/03, ocorreu um debate promovido pelo Movimento Feminino Popular (MFP) com o tema “A Mulher e a Revolução”, na UNIFESP Guarulhos. O evento contou também, com participação do Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) e estudantes do campus.

Foram tratados assuntos como a participação das mulheres nas revoluções do passado e nas que estão em curso, a necessidade de organizar as mulheres das classes populares e a fundamental participação da mulher na Revolução de Nova Democracia a se desatar no Brasil.

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Alemanha: Manifestação vibrante pelo 8 de Março

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Jovens e proletários marcham para celebrar Dia Internacional da Mulher Proletária. Bremen, Alemanha, 8 de março de 2017.

Redação de AND, com informações de demvolkedienen.org

Uma vigorosa manifestação de mulheres tomou as ruas de Bremen, na Alemanha, em celebração do Dia Internacional da Mulher Proletária (8 de março). Participaram do ato a União dos Trabalhadores para a Reconstituição do Partido Comunista da Alemanha (PCA) e a Juventude Livre Alemã.

alemanha1Os jovens e proletários marcharam agitando consignas como “As mulheres estão lutando! O futuro pertence ao socialismo!” e “Apenas as massas com armas em punho podem levar o socialismo adiante!” e cravaram nítida posição contra o feminismo burguês e pela necessidade da luta armada para a conquista do Poder.

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O Dia Internacional da Mulher Proletária pelo Brasil

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Dezenas de ativistas do MFP e movimentos populares celebraram histórica data no IFCS, RJ.

Redação de AND

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Homenagem a companheira Sandra Lima, RJ

No Rio de Janeiro, o Movimento Feminino Popular – MFP organizou uma celebração ao Dia Internacional da Mulher Proletária realizada no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

A celebração foi dedicada às memórias gloriosas da companheira Sandra Lima, fundadora, dirigente e principal formuladora da linha do movimento, falecida em 27 de julho de 2016; e da companheira Dirma, fundadora do MFP na cidade do Rio de Janeiro, falecida no último dia 14 de fevereiro.

Dezenas de mulheres estudantes e jovens, trabalhadoras, donas de casa e ativistas de movimentos populares como o Movimento Estudantil Popular Revolucionário (MEPR) e Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP) participaram da celebração, que realizou a leitura do documento A situação internacional e as tarefas do Movimento Comunista Internacional, fruto do V Encontro de Partidos e Organizações Marxista-leninista-maoístas da América Latina.

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LCP e MFP em giro pela Europa

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Ativistas da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) e do Movimento Feminino Popular (MFP) estão promovendo um giro por vários países da Europa neste mês de fevereiro. As informações são do blog internacionalista Dazibao Rojo.

Veranstaltungen_Brasilien_BRDOs ativistas de ambos os movimentos exporão a situação política no Brasil e no mundo, a luta dos camponeses brasileiros pela conquista da terra e pela destruição do latifúndio e a luta das mulheres para alcançar os mais avançados postos nas frentes de luta do povo brasileiro.

No dia 21 de fevereiro, representante da LCP esteve na Galícia (Estado espanhol) e fez sua exposição sob o tema “A Luta pela Terra no Brasil”. Ainda neste mês, nos dias 23, 24 e 25, representantes da LCP e MFP passarão pela Alemanha nas cidades de Hamburgo, Berlim e Bremen, respectivamente. Em março, nos dias 1 e 2, passarão ainda pelas cidades alemãs de Colônia e Marz, onde, segundo a programação publicada no blog internacionalista Dazibao Rojo, eles encerrarão o giro.

Aborto, mulher e revolução

Ana Maria Nascimento, AND nº 182.

Em 29 de novembro, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a prisão preventiva de cinco profissionais da saúde, funcionários de uma clínica clandestina de aborto no município de Duque de Caxias, Rio de Janeiro. A decisão de descriminalização, apesar de vigorar apenas para este caso específico, reabriu amplamente o debate.

O ministro Luís Roberto Barroso, que concedeu a ordem de soltura dos réus, declarou que os artigos do Código Penal que condenam o aborto até o terceiro mês de gravidez ferem direitos garantidos pela Constituição. Esta, ao estabelecer que é garantido o direito à saúde, à segurança, à integridade física e emocional e à autonomia, está em desacordo com o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) que prevê prisão para quem provoca aborto no Brasil, sejam eles a própria gestante, ou uma terceira pessoa, médico ou enfermeiro.

A câmara dos deputados, vendo a atitude do STF como uma afronta, reuniu uma comissão com o objetivo claro de enrijecer ainda mais as leis que tratam da proibição do aborto.

Atualmente a legislação brasileira permite o aborto apenas em caso de fetos anencéfalos, estupro ou risco de morte para a mulher. Apesar disso, registra-se, segundo pesquisa do IBGE1 implementada em 2013, que mais de 8,7 milhões de mulheres no Brasil com idade entre 18 e 49 anos já fizeram ao menos um aborto. Estima-se que uma mulher morre a cada dois dias no país devido a procedimentos de abortos inseguros. Estes números, segundo o órgão, são subnotificados, pois muitas mulheres tendem a esconder essa experiência temendo punição.

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