228 anos da heroica Conjuração Mineira

Pintura, Prisão de Tiradentes, por Antônio Diogo da Silva Parreiras

Pintura “Prisão de Tiradentes”, por Antônio Diogo da Silva Parreiras

Adaptado de matéria publicada em AND nº 168 (2016)

 

Neste 21 de abril completaram-se 227 anos da heroica Conjuração Mineira de 1789. O movimento de caráter popular-revolucionário com o propósito de libertar o Brasil do jugo colonial teve como líder inconteste Joaquim José da Silva Xavier, o alferes Tiradentes.

A Conjuração Mineira foi uma das primeiras elaborações autênticas do pensamento e da ação do povo brasileiro, o que fica expresso em seu Programa de Governo, elaborado pelos conjurados, que propunha: a independência nacional; liberdade para o povo se instruir e divulgar suas ideias, produzir e comercializar segundo suas necessidades; o estabelecimento de uma República Federativa; o fim da opressão e a passagem às mãos do Estado dos postos de mando da economia nacional; o desenvolvimento do progresso e da cultura; a industrialização do país; o direito da população se armar e defender seu país, além de garantias econômicas e sociais.

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MG: Camponeses celebram Dia dos Heróis do Povo Brasileiro

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Camponeses estudaram documento da FRDDP sobre o 9 de Abril e celebraram a saga heroica dos melhores filhos do povo brasileiro caídos na luta

Relato enviado pela Liga dos Camponeses Pobres (LCP) do Norte de Minas e Sul da Bahia

pedras de maria cruzNa área Cleomar Rodrigues, em Pedras de Maria da Cruz, o núcleo do MFP realizou estudo do material da FRDDP em saudação e homenagem aos filhos e filhas do povo brasileiro, que ao longo da história da luta de classes em nosso país tem vertido seu sangue e forjado seus verdadeiros heróis em duras batalhas contra o latifúndio, a burguesia e o imperialismo. O MFP e o CDRA organizaram a celebração do dia 9 de abril com a exposição de painel e importante exposição na assembléia da área.

Em Manga foram realizadas exposições nas assembleias das áreas em saudação ao 9 de abril resgatando o heroísmo dos companheiros e companheiras tombados na luta. O núcleo do MFP da área Vanessa, organizou painel em homenagem aos Heróis do Povo Brasileiro e na oportunidade estudou a biografia da companheira Sandra Lima, aprovando a denominação núcleo do MFP – Sandra Lima, levantando mais alto o nome e a dimensão da luta de tão valorosa companheira.  

Leia aqui a íntegra do documento da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP) em razão do 9 de Abril, Dia dos Heróis do Povo Brasileiro.

1972 – 2017: 45 anos da heroica Guerrilha do Araguaia

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Redação de AND
Adaptação de matéria publicada no nº 88, à época, por ocasião do 40º aniversário do início da Guerrilha.


Em 12 de abril de 1972 ocorreu o primeiro enfrentamento armado da heroica Guerrilha do Araguaia. Maurício Grabois, dirigente do Partido Comunista do Brasil, membro de seu Comitê Central, da sua Comissão Militar e Comandante da Guerrilha, registrou assim o feito em seu Diário*:

30/4 – Começou a Guerra Popular a 12/4. O inimigo, possivelmente informado por alguma denúncia, atacou de surpresa o Peazão (na Faveira, na beira do Araguaia) entre as 15 e as 16 horas daquele dia. Avisado com poucas horas de antecedência, pela massa, o Destacamento “A” retirou-se organizadamente para a mata. O Grupamento daquele Destacamento, que estava sediado no Peazão, dada a superioridade do adversário, não ofereceu combate, mas salvou seus efetivos, seu armamento e diversos materiais.”

Assim foi deflagrada a luta armada dirigida pelo Partido Comunista do Brasil entre os anos de 1972 e 1974, que mobilizou centenas de massas camponesas na região sul do Pará, conhecida como ‘Bico do Papagaio’, e animou milhares de brasileiros na luta contra o regime militar fascista pró-imperialista. A resistência despertou um ódio visceral dos generais gorilas, que deslocaram para aquela região dezenas de milhares de efetivos militares e potente arsenal de guerra, com que realizaram três campanhas para reprimir e aniquilar os guerrilheiros e seus apoiadores.

Centenas de camponeses foram barbaramente massacrados e 69 guerrilheiros, militantes do Partido Comunista do Brasil, foram igualmente torturados e assassinados. Vários destes tombaram em combate e sua imensa maioria deu inapagáveis exemplos de firmeza, bravura e heroísmo.

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Viva o 147º aniversário do natalício do Grande Lenin

Lenin


Nesse 10 de abril de 2017 completou-se o 147º anos do natalício do grande dirigente comunista russo e grande chefe do proletariado internacional, Lenin. Em justo resgate desta inolvidável figura proletária e sua obra transcendental, reproduzimos texto do camarada Stalin “Lenin, a Águia das Montanhas”, retirado de marxists.org.

Esta importante data também será resgatada na próxima edição de AND (nº 187).


Lenin, a Águia das Montanhas

CAMARADAS: Comunicaram-me que haveis organizado uma solenidade dedicada à memória de Lenin e que eu era um dos oradores que haviam sido convidados. Acho que não é preciso fazer uma exposição sistematizada das atividades de Lenin. Creio preferível limitar-me a uma serie de fatos que façam ressaltar certas particularidades de Lenin como homem e como político. Talvez não haja relação interna entre estes fatos, mas isto não pode ter uma importância decisiva para quem queira formar uma idéia geral sobre Lenin. Em todo caso, apenas não tenho, neste momento, a possibilidade de dar-vos mais do que acabo de prometer-vos.

A ÁGUIA DAS MONTANHAS

CONHECI Lenin pela primeira vez em 1903. Certamente, este conhecimento não foi pessoal, mas por correspondência. Deixou em mim, porém, uma impressão indelével que não se apagou em todo o tempo em que venho atuando no Partido. Encontrava-mo então na Sibéria, deportado. Ao conhecer a atuação revolucionária de Lênin nos últimos anos do século XIX e, sobretudo, depois de 1901, depois da publicação da Iskra, convenci-me de que tínhamos em Lênin um homem extraordinário. Não era então a meu ver, um simples chefe do Partido; era seu verdadeiro criador, porque só ele compreendia a própria natureza e as necessidades urgentes de nosso Partido. Quando o comparava com os outros chefes do nosso Partido, me parecia sempre que os companheiros de luta de Lênin — Plekhanov, Mártov, Axelrod e outros — estavam cem furos abaixo dele; que Lênin, em comparação com eles, não era simplesmente um dos dirigentes, mas um chefe de tipo superior, uma águia das montanhas, sem medo na luta e conduzindo audazmente o Partido para diante, pelo caminho ainda inexplorado do movimento revolucionário russo. Esta impressão acabou por penetrar tão fundamente em meu espírito, que senti a necessidade de escrever a respeito a um intimo amigo meu, emigrado no estrangeiro, pedindo-lhe sua opinião. Ao cabo de algum tempo, quando já estava deportado na Sibéria — era em fins de 1903 — recebi uma resposta entusiasta de meu amigo, bem como uma carta simples, mas profunda, escrita por Lenin, a quem meu amigo havia mostrado minha própria carta. A missiva de Lenin era relativamente curta, mas continha uma critica audaz e corajosa das atividades práticas de nosso Partido, assim como uma exposição magnificamente clara e concisa de todo o plano de trabalho do Partido para o futuro próximo. Só Lenin sabia escrever sobre as questões mais complexas com tanta simplicidade e clareza, concisão e audácia, que suas frases não pareciam que falavam, mas que disparavam. Esta pequena carta, simples e audaz, convenceu-me mais ainda de que tínhamos em Lenin a águia das montanhas de nosso Partido. Não posso perdoar-me o haver queimado aquela carta de Lenin, assim como muitas outras, seguindo o costume do velho militante na ilegalidade.
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9 de Abril – Dia dos Heróis do Povo Brasileiro

Ato em homenagem ao 9 de abril na Área Renato Nathan 2, em Ariquemes, Rondônia (2016)

Ato em homenagem ao 9 de abril na Área Renato Nathan 2, em Ariquemes, Rondônia (2016)

Adaptação de nota publicada em AND nº 168

O dia 9 de Abril é a data em que o dirigente da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) de Rondônia, Renato Nathan Gonçalves Pereira, foi covardemente assassinado pela ação combinada de forças policiais do velho Estado genocida e pistoleiros do latifúndio. Renato era um incansável lutador de nosso povo, organizador, mobilizador e conscientizador das massas camponesas, e empunhava a bandeira da Revolução Agrária, pelo fim do latifúndio, por uma Nova Democracia no Brasil.

Por proposição da Frente Revolucionária de Defesa dos Direitos do Povo (FRDDP), movimentos populares, democráticos e revolucionários do campo e da cidade adotaram o 9 de Abril como o Dia dos Heróis do Povo Brasileiro. Nesta data são rendidas honras à memória e exemplo daqueles que dedicaram e entregaram suas vidas conscientemente, servindo ao povo e à luta pela Revolução de Nova Democracia ininterrupta ao Socialismo.

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95 anos da fundação do Partido Comunista do Brasil (PCB)

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Redação de AND, nº 186

No dia 25 de março de 2017, completaram-se 95 anos da fundação do Partido Comunista do Brasil (PCB). Naquele março de 1922, Astrojildo Pereira (jornalista), Hermogênio da Silva Fernandes (eletricista e ferroviário), Manoel Cendón (alfaiate), Joaquim Barbosa (alfaiate), Luis Peres (artesão vassoureiro), José Elias da Silva (funcionário público), Abílio de Nequete (barbeiro), Cristiano Cordeiro (funcionário público) e João da Costa Pimenta (tipógrafo) reuniram-se na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, e fundaram o partido. Inspirados pelos ventos da Grande Revolução Socialista de Outubro de 1917 na Rússia, esses nove representavam 73 comunistas de diferentes partes do país que se propuseram à árdua e gloriosa tarefa de fundar o partido revolucionário do proletariado brasileiro.

Não pretendemos aqui neste curto artigo fazer um balanço dos caminhos ziguezagueantes e das duras lutas de duas linhas entre o caminho revolucionário e o caminho reformista e legalista pelos quais o partido passou ao longo de sua história, tema que já foi profundamente abordado em artigos do Núcleos de Estudos do Marxismo-Leninismo-Maoísmo (NEMLM) publicados pelo jornal A Nova Democracia em 2012, quando dos 90 anos da fundação do PCB. Porém, pela passagem de tão relevante data – um marco resplandecente na história das lutas das classes exploradas do Brasil – ressaltamos a importantíssima iniciativa levada a cabo de forma decidida por aqueles nove comunistas em 1922 e aos milhares de heróis da classe operária que, nas fileiras do partido, sejam os dirigentes conhecidos ou os que a história nunca saberá seus nomes, entregaram generosamente suas vidas pela Revolução Brasileira.

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21 anos da Vila Corumbiara (Belo Horizonte, MG)

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Famílias rompem com ilusões institucionais e conquistam direito à moradia. BH, 1996.


Hoje, 24 de março, há 21 anos dezenas de famílias proletárias reféns de abusivos aluguéis tomaram a firme decisão de mobilizarem-se, organizarem-se e politizarem-se para conquistar o sagrado direito à moradia: nascia a Vila Corumbiara, em Belo Horizonte.

O nome é uma homenagem justa e honrosa do proletariado ao campesinato pobre de Rondônia que, um ano antes, em julho de 1995, protagonizava a Heroica Resistência camponesa de Santa Elina contra criminosa ação policial-latifundiária que resultou no conhecido internacionalmente “massacre de Corumbiara”.

Saudamos a luta das famílias que sempre contaram com nossa solidariedade classista por esta memorável data.


Adaptação e atualização de matéria publicada em AND nº 107

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Coro de crianças da Vila Corumbiara, BH

No dia 24 de março, a Vila Corumbiara, em Belo Horizonte, completou 21 anos de existência. A Vila e as organizações populares classistas e combativas, apoiadoras desta tomada de terra sempre, contaram com o apoio do jornal A Nova Democracia, como imprensa democrática e defensora das formas de luta revolucionárias pelos direitos do povo.

Por isso utilizamos mais uma vez nossos meios para agradecer o apoio permanente e saudar a luta de todo o povo, especialmente dos moradores da Vila Corumbiara, que desmascararam a política do velho Estado, de forçar o povo a entrar em “filas” para conseguir uma moradia como uma grande farsa. Que aprenderam a cantar o hino dos trabalhadores em todo o mundo que conclama a “fazer com nossas mãos tudo que nos diz respeito”, sem ilusões com propostas eleitoreiras e mentirosas do velho Estado que só infelicita a vida da imensa maioria da população, os operários e toda a massa trabalhadora do campo e cidade.

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Revolução Pernambucana – 200 anos do fuzilamento do “Padre Roma”

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Neste 20 de março ocorreu, às 17h, na sede do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGBA), a Conferência sobre os 200 anos do fuzilamento do “Padre Roma”, apresentada pelo jornalista e pesquisador Jorge Ramos. Reproduzimos o texto de introdução visto a relevância histórica desta data para a luta secular do povo brasileiro pela independência nacional e a verdadeira democracia.


Há precisamente 200 anos, em 29 de março de 1817, era fuzilado no Campo da Pólvora, em Salvador, o advogado pernambucano José Inácio Ribeiro de Abreu e Lima (o “Padre Roma”), um dos líderes da Revolução Pernambucana de 1817. Ele viera à Bahia buscar apoio para o levante – irrompido três semanas antes em Recife – que pretendia derrubar a Monarquia, separar o Brasil de Portugal e implantar a República. A data será lembrada pelo Instituto Geográfico e Histórico da Bahia com uma conferência em sua sede, na próxima segunda-feira (20), às 17 horas, proferida pelo jornalista e pesquisador Jorge Ramos, estudioso do tema.

A Revolução Pernambucana de 1817 forma, ao lado da Inconfidência Mineira (1789) e da Revolução dos Alfaiates, na Bahia (1798), o conjunto das maiores revoltas separatistas ocorridas no Brasil. E foi a única a passar da fase conspiratória, pois chegou a depor o governador Caetano Montenegro e ocupar o poder em Pernambuco por 103 dias, até ser dominada por tropas leais à Monarquia.

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Revolucionários celebram natalícios de Stalin e Mao Tsetung

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Camarada Stalin e Presidente Mao Tsetung: titãs do proletariado internacional

Redação de AND, nº 182.

Nos dias 18 e 26 de dezembro, partidos e organizações comunistas de diversos países celebram o nascimento de dois dos grandes dirigentes históricos do proletariado internacional, respectivamente, o camarada Josef Stalin e o Presidente Mao Tsetung. Como sabemos, todos os anos o monopólio mundial de comunicação (o mesmo que propaga aos quatro ventos a “derrota” do socialismo e do comunismo) é obrigado a desatar campanhas apócrifas contra as experiências socialistas na União Soviética e na China Popular, países que, durante décadas, foram bastiões da luta anti-imperialista e lograram edificar com êxito a ditadura do proletariado.

Em sua intenção de apresentar tais experiências como “ditaduras sanguinárias”, “tiranias”, “regimes de terror”, “totalitarismo” etc., a burguesia foi fartamente facilitada pelos revisionistas que assaltaram o poder, tanto na URSS como na China, restaurando o capitalismo e abrindo novamente uma época de exploração contra seus povos. Como apontava o grande dirigente comunista brasileiro Pedro Pomar: “Dirigindo a Revolução Chinesa e lutando pela construção do socialismo na China, o camarada Mao Tsetung estudava a experiência da ditadura do proletariado também nos países socialistas, sobretudo na União Soviética. Depois da Iugoslávia, foi no país da Revolução de Outubro que os revisionistas, mascarados de leninistas, ocupando postos na direção do Estado e do Partido, conseguiram usurpar o poder do proletariado e arrastar o glorioso país de Lenin e de Stalin de volta ao capitalismo”.

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Golpes da reação e do revisionismo: a ‘operação capitulação’ no PCdoB

encarte-especial-araguaia40 anos do ‘Massacre da Lapa’

Jailson de Souza
Mário Lúcio de Paula

AND nº 182, 2ª quinzena de dezembro de 2016 e 1ª de janeiro de 2017 

“A bandeira da luta ar­mada, que empunharam tão heroicamente e pela qual se sacrificaram os camaradas do Araguaia, deve ser ergui­da ainda mais alto. Se conseguirmos de fato nos ligar às grandes massas do campo e das cidades e ganhá-las para a orientação do Partido, não importa qual seja a ferocidade do inimigo, com toda certeza a vitória será nossa”.

Trecho do balanço de Pe­dro Pomar a propósito da luta no Araguaia apresentado na reunião do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil – dezembro de 1976

Em dezembro de 1976, nu­ma casa de segurança locali­zada na rua Pio XI, no bairro da Lapa, em São Paulo, era reali­zada uma reunião do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil. Se cumpria a seção de conclusão dos debates inicia­dos em julho daquele ano que tinha como tarefa central reali­zar o balanço sobre a Guerrilha do Araguaia. Neste debate se batiam os principais quadros dirigentes do partido, entre eles Angelo Arroyo, enviado pela Comissão Militar como emissá­rio ao Comitê Central – antes do cerco e ataque final do exército reacionário contra os guerri­lheiros – o qual apresentou um relatório pormenorizado da Comissão Militar das Forças Guerrilheiras do Araguaia.

Foi com base nas informa­ções contidas no relatório de Arroyo que o grande dirigente comunista Pedro Pomar for­mulou o balanço apresentado nesta reunião do CC.

Em seu balanço do Ara­guaia, Pomar ressaltou a correta decisão do partido de levar a ca­bo a preparação da luta armada revolucionária e o devotamento e heroísmo dos militantes que não pouparam esforços e sacri­fícios para aplicar tal decisão. Contudo, rigoroso na análise e crítica, afirmava que a derro­ta não fora de caráter exclusi­vamente militar e temporária como apontara Arroyo em seu relatório, mas sim completa, e que a sua principal causa não se devia aos erros e falhas cir­cunstanciais e militares, mas sim a erros de concepção sobre a guerra popular. Ou seja, que o que se aplicou no Araguaia não correspondia essencialmente à concepção e teoria da guerra popular e à sua linha estabeleci­da nos documentos partidários.

Pomar defendeu a justeza da guerra popular e a neces­sidade de compreender as li­ções desta experiência. Em suas conclusões enfatizara que se a direção levasse até ao fundo o balanço crítico destes erros seria capaz de retirar grande aprendizado para levar adiante a Revolução Brasileira através da guerra popular.

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