MG: Vigoroso encontro do MFP celebra o Dia Internacional da Mulher Proletária

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Nota do MFP – Movimento Feminino Popular (Núcleo Sandra Lima) sobre vigoroso encontro realizado em Manga, no Norte de Minas Gerais.


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Ocorreu no último dia 12/03, como parte das celebrações do Dia Internacional da Mulher Proletária, um vigoroso encontro do Movimento Feminino Popular (MFP) – núcleo Sandra Lima – na cidade de Manga, Norte de Minas Gerais. As atividades foram realizadas em memória e honra da grande dirigente e fundadora do MFP Sandra Lima, falecida em julho do ano passado e da companheira Elzita Rodrigues, fundadora do MFP e da Liga dos Camponeses Pobres (LCP) na região, falecida em 2011. O Encontro foi precedido de reuniões preparatórias, ressaltando a importância de conhecer a verdadeira história do 8 de Março, quando celebramos o centenário desta data memorável do proletariado internacional como parte da Grande Revolução Bolchevique de 1917. Muitas companheiras ficaram impressionadas com a falsificação histórica desta data promovida pelo imperialismo e redobraram sua decisão em levar a todas as mulheres do povo a verdade sobre este importante episódio, que é parte da história de luta da nossa classe.

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RJ: Milhares tomam as ruas contra a “reforma” de Temer e enfrentam a repressão

Fotos: Ellan Lustosa/A Nova Democracia

Por Rafael Gomes Penelas e Ellan Lustosa

Mais de 50 mil manifestantes se concentraram na Candelária, Centro do Rio de Janeiro, na tarde da última quarta-feira, 15 de março, num grande protesto contra a “reforma” da previdência da gerência Michel Temer. Convocado por centrais sindicais, a manifestação foi parte de uma mobilização nacional e contou com a participação de inúmeras categorias e organizações populares.

No fim da tarde, antes mesmo das 16h, horário marcado para a concentração, a Candelária ficou repleta de bandeiras, faixas e cartazes que denunciaram as criminosas medidas antipovo de Temer e os cortes de direitos históricos que seu “governo” pretende aplicar. Esta foi a maior manifestação dos últimos meses e foi acompanhada por convocatórias de paralisações de diversos setores. Ao sair da Candelária, a manifestação caminhou até a Central do Brasil e imagens aéreas mostraram a Avenida Presidente Vargas completamente lotada. A reportagem de AND acompanhou toda a movimentação.

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Editorial – A convulsão social inevitável e a necessidade da revolução

A Operação “Lava-jato”, longe da ilusão que nutre a maioria de seus componentes, é um estratagema para salvar a velha ordem através de passar a ideia de moralização da vida política e pública do país. É a ação preventiva da reação por temor às explosões de revoltas populares dentro de um mundo cada vez mais tormentoso. A crise que o Brasil atravessa é uma crise de Estado, sintomas de uma situação revolucionária em crescente elevação. O que mais temem o imperialismo, as classes dominantes locais e seus grupos de poder é a convulsão social, a revolta e a revolução. O povo precisa e quer uma revolução, pois já sabe muito bem o que não quer e cada dia seu protesto é mais belicoso.

Editorial, AND nº 185

Mediante a gravidade da crise política, o plano da reação é o de servir-se de Temer (já citado mil vezes nas delações) para fazer o trabalho sujo emergencial de aplicar a ferro e fogo todas as maldades contra o povo e a Nação no objetivo de “equilibrar” a economia, dando rédeas soltas à maior exploração dos trabalhadores e saqueio das riquezas naturais do país. A cambada da politicalha logrou introduzir no Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, encarregado de controlar a bomba dos processos da “Lava-jato”, mas nem isto pode salvá-los se não cumprirem os ditames do imperialismo. A crise política já atingiu tal ponto que, quando menos se espera, faz saltar novas denúncias e revelações, atingindo em cheio o simulacro de governo sem legitimidade e autoridade alguma.

Ao final, totalmente queimado, Temer será jogado à sarjeta da política como bode expiatório e alvo da ira popular, porém teria garantido a “retomada do crescimento” ao tornar o país paraíso maior ainda para a banqueirada e demais sanguessugas do nosso povo e da Nação. O establishment do imperialismo, principalmente ianque, calcula assim que, nas eleições de 2018, eleja-se alguém publicitado como honesto e eficiente, como se o mesmo nada tivesse com todos estes crimes e demais bandalheiras, vendendo a ideia de saneamento da política e página virada, com a renovação da credibilidade nas instituições do velho Estado.

Não será tão fácil assim como imagina e trama a reação monitorada pelo imperialismo. Mas nem o imperialismo, nem a cambada da politicalha têm escolha. Como corporação ameaçada, estes não jogarão a toalha e todas as ações só lançarão mais lenha na fogueira da crise e da revolta popular. Já faz tempo que o país foi arrastado para uma guerra civil reacionária, na qual tudo cada vez mais tem solução por meio da violência.

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Equador: Eleições e crise política

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Campanha contra as eleições no Equador: “Não votar! Viva o maoísmo!”

Redação de AND

No dia 2 de março foi levada a cabo no Equador a farsa eleitoral para realocar no cargo de “presidente” um novo representante da grande burguesia e do latifúndio serviçais do imperialismo. Todo o processo eleitoral, no entanto, ocorre em meio a um purulento ambiente político que escancara a divisão no seio da grande burguesia local.

O “presidente” em retirada do velho Estado equatoriano, o reacionário Rafael Correa (do Alianza País), foi acusado pelos diretores da Odebrecht – no marco da operação “lava jato”, no Brasil – de receber U$ 33,5 milhões em propina desde 2007. A empresa realizou importantes obras públicas durante seu governo, como parte do metrô da capital Quito e a hidrelétrica San Francisco.

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PR: Derrotar o aumento da tarifa com mais protesto popular

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6 de fevereiro: protesto da juventude combatente rechaça aumento de tarifa.


Nota enviada pela Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR), através do comitê de apoio ao AND de Curitiba, contextualizando os protestos que se desenvolvem em Curitiba, contra o criminoso aumento na tarifa de ônibus.


Desde o aumento relâmpago da tarifa dos transportes em Curitiba, o valor da passagem saltou de 3,70 para R$ 4,25. Em algumas linhas da região metropolitana a passagem saltou para R$ 5,30. Enquanto para milhares de trabalhadores vai faltar dinheiro no final do mês, a prefeitura lucra R$ 450 mil por dia e a máfia do transporte recebe duas vezes o valor que deveria ser usado para renovar a frota de sucatas.

Este crime contra o povo foi ordenado pelo prefeito Rafael Greca (PMN), para enriquecer ainda mais o monopólio dos transportes de Curitiba, que é controlado pela máfia das famílias Gulin, Bertoldi e Curi e pelos políticos acionistas da Urbs.

O aumento gerou enorme revolta e descontentamento na imensa maioria da população. Nos pontos de ônibus, estações e terminais o sentimento é um só: 4,25 é roubo!

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Editorial – As vísceras expostas do velho Estado em decomposição

As armações das classes dominantes, mesmo em pugna e conluio, para dar sobrevida à velha ordem de opressão e o fracasso da “esquerda” eleitoreira, aceitando a subjugação nacional para administrar o Estado de grandes burgueses e latifundiários, é a confirmação cabal de que fora do caminho da Revolução de Nova Democracia, tudo não passa de vã ilusão.

AND nº 184, Editorial.

A população do estado do Espírito Santo viveu dias de fúria com a greve da PM. Esta sinalizou aos grupos de extermínio a autorização para o assassinato em massa de pobres. Contou ainda, é claro, com a imprensa dos monopólios para provocar o terror, apavorando todo o povo e pedindo mais repressão sobre a população que realizava saques, ao criminalizá-la sem distinguir seus atos das ações de delinquentes.

A Polícia Militar é um dos instrumentos de repressão no dia-a-dia que o Estado de ditadura da burguesia usa para exercer sua opressão sobre as massas populares. Ela deve seguir as mesmas regras de disciplina, organização e hierarquia das forças armadas, por isso ela é militar. Quando um instrumento como este se rebela é um sinal de que começam a ficar expostas as entranhas putrefatas do velho Estado.

Mas, se esta situação se apresenta por demais grave, ela não é um fato isolado, o processo de putrefação do velho Estado tem um espectro bastante amplo, como veremos a seguir.

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Ação fascista de bate-paus da CUT/PT só se assemelha à da polícia

Enviado por um apoiador de Campinas

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Juventude Combatente é alvo de ataques furiosos do bando social-fascista PT/CUT em Campinas, SP

A ação fascista repressiva do aparato burocrático-militar do velho Estado tem um fiel e histórico aliado: o oportunismo travestido de esquerda. Em particular no Brasil, esta corrente imunda amontoa-se de baixo da sigla “PT” e nas centrais sindicais pelegas e mafiosas, como a CUT.

Ao verem-se enxotados como cachorros dos palácios de burgueses e latifundiários a nível nacional, agora fazem cena de “movimento social” para enganar aos mais desavisados. Mas sua prática, em particular, nos protestos contra os direitos pisoteados das massas é igual ou pior que a ação repressiva da Polícia Militar.

Depois de casos como de Brasilia e Rio de Janeiro, agora em Campinas, no interior de São Paulo, os bate-paus de PT/CUT quiseram cooptar para sua linha oportunista o justo protesto contra o preço abusivo da passagem de ônibus e reprimir às massas em sua justa rebelião.

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A morte de Fidel e o destino do revisionismo cubano

Rui Lupa

Jaílson de Souza

AND nº 182

“Sentimos o afã de redenção e solidariedade do povo cubano, voltado para seus irmãos ainda sob o jugo do mesmo inimigo: o imperialismo norte-americano. É a primeira vez que se ergue na Assembleia das Nações Unidas a voz de um povo latino-americano verdadeiramente livre e independente, proclamando que os princípios contidos na Primeira Declaração de Havana são os objetivos da Revolução, a qual tem uma importância sem precedentes para a história dos países da América Latina.”

Pedro Pomar, dirigente do Partido Comunista do Brasil, 1962

“É lamentável que uma revolução tão importante como a revolução cubana tenha sido truncada e mesmo traída. (…) Como é diferente o Fidel de 1973 do de 1953! Entregou-se completamente aos social-imperialistas soviéticos. Na realidade, enrolou a bandeira da revolução. Mas, nem por isso o movimento revolucionário deixa de avançar na América Latina.”

Maurício Grabois, dirigente do Partido Comunista do Brasil e comandante na Guerrilha do Araguaia, 1972

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Fidel Castro e Kruschov

Com a morte de Castro, toda a reação mundial e particularmente a guzanada enquistada em Miami se agitaram frenética e histericamente expelindo todo seu rancor e recalques de capachos e lacaios do imperialismo ianque e sua baba hidrofóbica de ódio à memória do que foi a Revolução Cubana. Brindaram celebraram a morte de Fidel agitando bandeiras de uma Cuba serviçal do USA, no último 26 de novembro.

Esses arrivistas festejam a morte de Castro como se enterrassem com ele o comunismo. Essa gente odeia as massas, sente repulsa a qualquer coisa minimamente popular e democrática, como as conquistas da Revolução Cubana alcançadas antes de que sua alta direção a colocasse de joelhos frente ao social-imperialismo soviético sobre o bastão de Kruschov, Brejnev e seus sucessores, todos traidores do socialismo.

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Golpes da reação e do revisionismo: a ‘operação capitulação’ no PCdoB

encarte-especial-araguaia40 anos do ‘Massacre da Lapa’

Jailson de Souza
Mário Lúcio de Paula

AND nº 182, 2ª quinzena de dezembro de 2016 e 1ª de janeiro de 2017 

“A bandeira da luta ar­mada, que empunharam tão heroicamente e pela qual se sacrificaram os camaradas do Araguaia, deve ser ergui­da ainda mais alto. Se conseguirmos de fato nos ligar às grandes massas do campo e das cidades e ganhá-las para a orientação do Partido, não importa qual seja a ferocidade do inimigo, com toda certeza a vitória será nossa”.

Trecho do balanço de Pe­dro Pomar a propósito da luta no Araguaia apresentado na reunião do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil – dezembro de 1976

Em dezembro de 1976, nu­ma casa de segurança locali­zada na rua Pio XI, no bairro da Lapa, em São Paulo, era reali­zada uma reunião do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil. Se cumpria a seção de conclusão dos debates inicia­dos em julho daquele ano que tinha como tarefa central reali­zar o balanço sobre a Guerrilha do Araguaia. Neste debate se batiam os principais quadros dirigentes do partido, entre eles Angelo Arroyo, enviado pela Comissão Militar como emissá­rio ao Comitê Central – antes do cerco e ataque final do exército reacionário contra os guerri­lheiros – o qual apresentou um relatório pormenorizado da Comissão Militar das Forças Guerrilheiras do Araguaia.

Foi com base nas informa­ções contidas no relatório de Arroyo que o grande dirigente comunista Pedro Pomar for­mulou o balanço apresentado nesta reunião do CC.

Em seu balanço do Ara­guaia, Pomar ressaltou a correta decisão do partido de levar a ca­bo a preparação da luta armada revolucionária e o devotamento e heroísmo dos militantes que não pouparam esforços e sacri­fícios para aplicar tal decisão. Contudo, rigoroso na análise e crítica, afirmava que a derro­ta não fora de caráter exclusi­vamente militar e temporária como apontara Arroyo em seu relatório, mas sim completa, e que a sua principal causa não se devia aos erros e falhas cir­cunstanciais e militares, mas sim a erros de concepção sobre a guerra popular. Ou seja, que o que se aplicou no Araguaia não correspondia essencialmente à concepção e teoria da guerra popular e à sua linha estabeleci­da nos documentos partidários.

Pomar defendeu a justeza da guerra popular e a neces­sidade de compreender as li­ções desta experiência. Em suas conclusões enfatizara que se a direção levasse até ao fundo o balanço crítico destes erros seria capaz de retirar grande aprendizado para levar adiante a Revolução Brasileira através da guerra popular.

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A mando do FMI, Temer e quadrilha destroem Previdência dos Trabalhadores.

Testa-de-ferro e entreguista Meirelles (esq.) bajula a vampira Lagarde durante encontro do FMI e Banco Mundial em Washington -YURI GRIPAS / REUTERS

Testa-de-ferro e entreguista Meirelles (esq.) bajula a vampira Lagarde durante encontro do FMI e Banco Mundial em Washington . Foto: Yuri Gripas

Reproduzimos matéria publicada pela Liga Operária

As aposentadorias, pensões e demais direitos previdenciários dos trabalhadores e seus familiares estão na mira de serem surrupiados e destruídos pela contrarreforma de Temer e sua quadrilha. A contrarreforma é uma imposição dos vorazes interesses do parasitário e decadente sistema financeiro. O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e conglomerados financeiros e de previdência privada exigem “a promoção de ajustes e reformas” para garantir mais roubo dos trabalhadores e dos recursos destinados a Seguridade Social (Saúde, Previdência e Assistência Social).

 O testa-de-ferro, banqueiro, membro do FMI e ocupante do ministério da fazenda, Henrique Meirelles, no início do mês de outubro, compareceu a reunião anual do FMI e do Banco Mundial, em Washington, Estados Unidos, e se encontrou com Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI. Demonstrando a interferência política do FMI, Lagarde louvou a PEC do teto dos gastos e a reforma da Previdência. A vampira disse, após um encontro privado com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que estas medidas podem “ancorar o retorno ao crescimento forte, sustentável e inclusivo no Brasil”, ou seja, um discurso de exaltação de falso crescimento para aprofundar a dominação, o saque dos recursos e a desigualdade no país.

“Nós discutimos os planos de reforma das autoridades brasileiras para o setor fiscal, incluindo a emenda constitucional para limitar o crescimento dos gastos do governo e a planejada reforma da previdência social”, afirmou Lagarde, em nota.

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