PR: Derrotar o aumento da tarifa com mais protesto popular

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6 de fevereiro: protesto da juventude combatente rechaça aumento de tarifa.


Nota enviada pela Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária (UV-LJR), através do comitê de apoio ao AND de Curitiba, contextualizando os protestos que se desenvolvem em Curitiba, contra o criminoso aumento na tarifa de ônibus.


Desde o aumento relâmpago da tarifa dos transportes em Curitiba, o valor da passagem saltou de 3,70 para R$ 4,25. Em algumas linhas da região metropolitana a passagem saltou para R$ 5,30. Enquanto para milhares de trabalhadores vai faltar dinheiro no final do mês, a prefeitura lucra R$ 450 mil por dia e a máfia do transporte recebe duas vezes o valor que deveria ser usado para renovar a frota de sucatas.

Este crime contra o povo foi ordenado pelo prefeito Rafael Greca (PMN), para enriquecer ainda mais o monopólio dos transportes de Curitiba, que é controlado pela máfia das famílias Gulin, Bertoldi e Curi e pelos políticos acionistas da Urbs.

O aumento gerou enorme revolta e descontentamento na imensa maioria da população. Nos pontos de ônibus, estações e terminais o sentimento é um só: 4,25 é roubo!

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Editorial – As vísceras expostas do velho Estado em decomposição

As armações das classes dominantes, mesmo em pugna e conluio, para dar sobrevida à velha ordem de opressão e o fracasso da “esquerda” eleitoreira, aceitando a subjugação nacional para administrar o Estado de grandes burgueses e latifundiários, é a confirmação cabal de que fora do caminho da Revolução de Nova Democracia, tudo não passa de vã ilusão.

AND nº 184, Editorial.

A população do estado do Espírito Santo viveu dias de fúria com a greve da PM. Esta sinalizou aos grupos de extermínio a autorização para o assassinato em massa de pobres. Contou ainda, é claro, com a imprensa dos monopólios para provocar o terror, apavorando todo o povo e pedindo mais repressão sobre a população que realizava saques, ao criminalizá-la sem distinguir seus atos das ações de delinquentes.

A Polícia Militar é um dos instrumentos de repressão no dia-a-dia que o Estado de ditadura da burguesia usa para exercer sua opressão sobre as massas populares. Ela deve seguir as mesmas regras de disciplina, organização e hierarquia das forças armadas, por isso ela é militar. Quando um instrumento como este se rebela é um sinal de que começam a ficar expostas as entranhas putrefatas do velho Estado.

Mas, se esta situação se apresenta por demais grave, ela não é um fato isolado, o processo de putrefação do velho Estado tem um espectro bastante amplo, como veremos a seguir.

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Ação fascista de bate-paus da CUT/PT só se assemelha à da polícia

Enviado por um apoiador de Campinas

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Juventude Combatente é alvo de ataques furiosos do bando social-fascista PT/CUT em Campinas, SP

A ação fascista repressiva do aparato burocrático-militar do velho Estado tem um fiel e histórico aliado: o oportunismo travestido de esquerda. Em particular no Brasil, esta corrente imunda amontoa-se de baixo da sigla “PT” e nas centrais sindicais pelegas e mafiosas, como a CUT.

Ao verem-se enxotados como cachorros dos palácios de burgueses e latifundiários a nível nacional, agora fazem cena de “movimento social” para enganar aos mais desavisados. Mas sua prática, em particular, nos protestos contra os direitos pisoteados das massas é igual ou pior que a ação repressiva da Polícia Militar.

Depois de casos como de Brasilia e Rio de Janeiro, agora em Campinas, no interior de São Paulo, os bate-paus de PT/CUT quiseram cooptar para sua linha oportunista o justo protesto contra o preço abusivo da passagem de ônibus e reprimir às massas em sua justa rebelião.

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A morte de Fidel e o destino do revisionismo cubano

Rui Lupa

Jaílson de Souza

AND nº 182

“Sentimos o afã de redenção e solidariedade do povo cubano, voltado para seus irmãos ainda sob o jugo do mesmo inimigo: o imperialismo norte-americano. É a primeira vez que se ergue na Assembleia das Nações Unidas a voz de um povo latino-americano verdadeiramente livre e independente, proclamando que os princípios contidos na Primeira Declaração de Havana são os objetivos da Revolução, a qual tem uma importância sem precedentes para a história dos países da América Latina.”

Pedro Pomar, dirigente do Partido Comunista do Brasil, 1962

“É lamentável que uma revolução tão importante como a revolução cubana tenha sido truncada e mesmo traída. (…) Como é diferente o Fidel de 1973 do de 1953! Entregou-se completamente aos social-imperialistas soviéticos. Na realidade, enrolou a bandeira da revolução. Mas, nem por isso o movimento revolucionário deixa de avançar na América Latina.”

Maurício Grabois, dirigente do Partido Comunista do Brasil e comandante na Guerrilha do Araguaia, 1972

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Fidel Castro e Kruschov

Com a morte de Castro, toda a reação mundial e particularmente a guzanada enquistada em Miami se agitaram frenética e histericamente expelindo todo seu rancor e recalques de capachos e lacaios do imperialismo ianque e sua baba hidrofóbica de ódio à memória do que foi a Revolução Cubana. Brindaram celebraram a morte de Fidel agitando bandeiras de uma Cuba serviçal do USA, no último 26 de novembro.

Esses arrivistas festejam a morte de Castro como se enterrassem com ele o comunismo. Essa gente odeia as massas, sente repulsa a qualquer coisa minimamente popular e democrática, como as conquistas da Revolução Cubana alcançadas antes de que sua alta direção a colocasse de joelhos frente ao social-imperialismo soviético sobre o bastão de Kruschov, Brejnev e seus sucessores, todos traidores do socialismo.

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Golpes da reação e do revisionismo: a ‘operação capitulação’ no PCdoB

encarte-especial-araguaia40 anos do ‘Massacre da Lapa’

Jailson de Souza
Mário Lúcio de Paula

AND nº 182, 2ª quinzena de dezembro de 2016 e 1ª de janeiro de 2017 

“A bandeira da luta ar­mada, que empunharam tão heroicamente e pela qual se sacrificaram os camaradas do Araguaia, deve ser ergui­da ainda mais alto. Se conseguirmos de fato nos ligar às grandes massas do campo e das cidades e ganhá-las para a orientação do Partido, não importa qual seja a ferocidade do inimigo, com toda certeza a vitória será nossa”.

Trecho do balanço de Pe­dro Pomar a propósito da luta no Araguaia apresentado na reunião do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil – dezembro de 1976

Em dezembro de 1976, nu­ma casa de segurança locali­zada na rua Pio XI, no bairro da Lapa, em São Paulo, era reali­zada uma reunião do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil. Se cumpria a seção de conclusão dos debates inicia­dos em julho daquele ano que tinha como tarefa central reali­zar o balanço sobre a Guerrilha do Araguaia. Neste debate se batiam os principais quadros dirigentes do partido, entre eles Angelo Arroyo, enviado pela Comissão Militar como emissá­rio ao Comitê Central – antes do cerco e ataque final do exército reacionário contra os guerri­lheiros – o qual apresentou um relatório pormenorizado da Comissão Militar das Forças Guerrilheiras do Araguaia.

Foi com base nas informa­ções contidas no relatório de Arroyo que o grande dirigente comunista Pedro Pomar for­mulou o balanço apresentado nesta reunião do CC.

Em seu balanço do Ara­guaia, Pomar ressaltou a correta decisão do partido de levar a ca­bo a preparação da luta armada revolucionária e o devotamento e heroísmo dos militantes que não pouparam esforços e sacri­fícios para aplicar tal decisão. Contudo, rigoroso na análise e crítica, afirmava que a derro­ta não fora de caráter exclusi­vamente militar e temporária como apontara Arroyo em seu relatório, mas sim completa, e que a sua principal causa não se devia aos erros e falhas cir­cunstanciais e militares, mas sim a erros de concepção sobre a guerra popular. Ou seja, que o que se aplicou no Araguaia não correspondia essencialmente à concepção e teoria da guerra popular e à sua linha estabeleci­da nos documentos partidários.

Pomar defendeu a justeza da guerra popular e a neces­sidade de compreender as li­ções desta experiência. Em suas conclusões enfatizara que se a direção levasse até ao fundo o balanço crítico destes erros seria capaz de retirar grande aprendizado para levar adiante a Revolução Brasileira através da guerra popular.

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A mando do FMI, Temer e quadrilha destroem Previdência dos Trabalhadores.

Testa-de-ferro e entreguista Meirelles (esq.) bajula a vampira Lagarde durante encontro do FMI e Banco Mundial em Washington -YURI GRIPAS / REUTERS

Testa-de-ferro e entreguista Meirelles (esq.) bajula a vampira Lagarde durante encontro do FMI e Banco Mundial em Washington . Foto: Yuri Gripas

Reproduzimos matéria publicada pela Liga Operária

As aposentadorias, pensões e demais direitos previdenciários dos trabalhadores e seus familiares estão na mira de serem surrupiados e destruídos pela contrarreforma de Temer e sua quadrilha. A contrarreforma é uma imposição dos vorazes interesses do parasitário e decadente sistema financeiro. O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e conglomerados financeiros e de previdência privada exigem “a promoção de ajustes e reformas” para garantir mais roubo dos trabalhadores e dos recursos destinados a Seguridade Social (Saúde, Previdência e Assistência Social).

 O testa-de-ferro, banqueiro, membro do FMI e ocupante do ministério da fazenda, Henrique Meirelles, no início do mês de outubro, compareceu a reunião anual do FMI e do Banco Mundial, em Washington, Estados Unidos, e se encontrou com Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI. Demonstrando a interferência política do FMI, Lagarde louvou a PEC do teto dos gastos e a reforma da Previdência. A vampira disse, após um encontro privado com o ministro da Fazenda Henrique Meirelles, que estas medidas podem “ancorar o retorno ao crescimento forte, sustentável e inclusivo no Brasil”, ou seja, um discurso de exaltação de falso crescimento para aprofundar a dominação, o saque dos recursos e a desigualdade no país.

“Nós discutimos os planos de reforma das autoridades brasileiras para o setor fiscal, incluindo a emenda constitucional para limitar o crescimento dos gastos do governo e a planejada reforma da previdência social”, afirmou Lagarde, em nota.

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PR: Protesto combativo rechaça medidas antipovo de Temer/PMDB

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Redação de AND, com informações do Comitê de Apoio ao AND – Curitiba

rebelar-seA juventude combatente impôs contundente resposta ao gerenciamento reacionário, antipovo e vende-pátria de Temer/PMDB em manifestação contra a PEC 55 e a MP do Ensino Médio, na tarde de 11 de dezembro último, em Curitiba. A manifestação contou com a presença de 200 pessoas e marchou pelas ruas do centro da cidade.

bloco-2Um bloco vermelho, composto por organizações e movimentos independentes e combativos como a Unidade Vermelha – Liga da Juventude Revolucionária, Comitê de Solidariedade à Luta dos Povos, Coletivo Quebrando Muros e estudantes secundaristas que tomaram parte das ocupações de escolas, puxou palavras de ordem contra a farsa eleitoral, pela greve geral, contra a PEC 55 e a necessidade de uma Grande Revolução.

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Oportunistas estão sabotando o próximo ato em Brasília

Nota enviada pelo Movimento Classista dos Trabalhadores em Educação – MOCLATE (Goiás)

O decrépito Estado brasileiro está em uma ofensiva contra os sagrados direitos do povo. O gerente de turno, Michel Temer, está movendo céus e terra para aprovar o seu Pacote de Medidas contra a classe trabalhadora brasileira e a favor do latifúndio, da grande burguesia e do imperialismo. Varias ações já foram adotadas, como a PEC 55, que pretende congelar o orçamento da União, a Reforma da Previdência, trabalhista, entre outras medidas contra o povo.

A resistência do povo contra o velho Estado e o seu gerente de turno crescem. No último dia 29 de novembro ocorreu uma marcha nacional contra a PEC 55 em Brasília. A manifestação aconteceu no mesmo dia da primeira votação no Senado e contou com a presença de cerca de 50 mil pessoas.

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Liga Operária denuncia encontro de centrais chapa-branca com reacionário Temer

Centrais sindicais buscam acordo eleitoreiro com gerência antipovo e vende-pátria de Temer. Foto de 10 de junho de 2016.

Centrais sindicais buscam acordão com gerência antipovo e vende-pátria de Temer. Foto de 10 de junho de 2016.


Reproduzimos nota emitida no site da Liga Operária denunciando o encontro das centrais sindicais pelegas e a desmobilização das massas perpetradas por estas, visando a um acordão para melhor atender a seus interesses eleitoreiros, compactuando assim com o assalto da Nação e esfaqueamento dos direitos do povo. 


Centrais sindicais traidoras enrabichadas com Temer e ataques aos direitos previdenciário

Outra vez, as traidoras centrais sindicais demonstram sedução pelo podre poder burguês-latifundiário, serviçal do imperialismo, conluio com o governo de turno e articulam contra interesses dos trabalhadores. Na calada da noite dessa segunda-feira, 5/12/16, as centrais sindicais – Cut, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB – se reúnem com  Michel Temer, no Palácio do Planalto.

A reunião tem como tema o abusivo pacote de ataques aos direitos previdenciários dos trabalhadores e, mais uma vez, as centrais sindicais traem os trabalhadores aceitando participar de convescote palaciano, no momento do anúncio oficial das maléficas medidas, como aumento da idade mínima para aposentadoria, regras ainda piores para as mulheres, privilégios para os militares das Forças Armadas, juízes, parlamentares e outras castas.

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AL: camponeses e estudantes marcham contra pacotaços

maceio2Nota e fotos enviados pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste

No dia 25 de novembro, em Maceió, foi realizado um ato vitorioso contra os pacotaços antipovo e vende-pátria do gerenciamento Temer (PMDB) e sua quadrilha. Estiveram presentes dezenas de trabalhadores, de diversos setores da sociedade, inclusive sindicatos e centrais sindicais.

maceio3Porém, dentre estes, a presença dos camponeses, organizados pela Liga dos Camponeses Pobres do Nordeste (LCP-NE), dos estudantes, ocupados no prédio da reitoria da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), e também muitos jovens ativistas da periferia maceioense, causou grande impacto para quem esperava realizar um “ato simbólico”, pois estes ousaram sair da praça e tomar as ruas do Centro, agitando; “Não vai ter PEC! Vai ter luta!”

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