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Jovens e proletários marcham para celebrar Dia Internacional da Mulher Proletária. Bremen, Alemanha, 8 de março de 2017.

Redação de AND, com informações de demvolkedienen.org

Uma vigorosa manifestação de mulheres tomou as ruas de Bremen, na Alemanha, em celebração do Dia Internacional da Mulher Proletária (8 de março). Participaram do ato a União dos Trabalhadores para a Reconstituição do Partido Comunista da Alemanha (PCA) e a Juventude Livre Alemã.

alemanha1Os jovens e proletários marcharam agitando consignas como “As mulheres estão lutando! O futuro pertence ao socialismo!” e “Apenas as massas com armas em punho podem levar o socialismo adiante!” e cravaram nítida posição contra o feminismo burguês e pela necessidade da luta armada para a conquista do Poder.

A marcha levantaram defesa também das memoráveis mulheres comunistas, como Clara Zetkin, a Nadezhda Krupskaya e uma das fundadoras do partido comunista naquele país, Rosa Luxemburgo. Cartazes exibindo imagens de guerrilheiras vietnamitas na luta por expulsar os invasores franceses e ianques e polonesas na luta contra o nazismo resplandeciam em honrosa memória às heroínas da revolução proletária mundial.

alemanha2Para encerrar, os jovens revolucionários e proletários cantaram canções da classe operária, como “As mulheres da Comuna” em honra e glória à primeira vez que o proletariado conquistou o Poder na história, abrindo a gloriosa era da Revolução Proletária Mundial.

Os revolucionários alemães definiram ainda por traduzir os pronunciamentos e panfletos em outros idiomas – uma grande iniciativa para se vincular às massas fundas do proletariado alemão, composto principalmente por imigrantes provenientes do chamado Oriente Médio e norte da África.

O Comitê Vermelho de Mulheres de Berlim, Hamburgo e Viena emitiu pronunciamento publicado em vnd-peru.blogspot.com, onde afirmam: “Mostramos claramente que as mulheres lutadoras estão na tradição do movimento das mulheres com consciência de classe, que não têm nada em comum com uma luta ‘anti-homens’ pequeno-burguesa… Na maioria dos países da África, Ásia e América Latina um patriarcado mais duro se mantém vivo, uma prisão para as mulheres com sangue, e a razão é o imperialismo. As mulheres revolucionárias destes países, especialmente na Índia e Brasil, portanto, lutam com todas suas forças e, frequentemente, com a arma em punho pela revolução de nova democracia, para a eliminação do imperialismo e do feudalismo. Estas batalhas devem animar as mulheres progressistas na Alemanha e Áustria para mostrar claramente que estão profundamente conectadas a estas lutas e à propagação do lema: Proletárias de todos os países, uni-vos na luta pelo Poder político!”

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